
Eli Alves da Silva: uma vida dedicada à advocacia, à OAB-SP e à valorização da Justiça ganha novo capítulo com o lançamento de livro sobre honorários advocatícios
Com quatro décadas de atuação, advogado, mestre em Direito, ex-presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo e ex-conselheiro da OAB-SP reúne experiência profissional e institucional na obra “Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia”. Sua trajetória também está ligada à história da gestão Luiz Flávio Borges D’Urso e à memória do programa Questão de Justiça, dirigido pela jornalista Hilda Ciglioni.
Da Redação da São Paulo TV Broadcasting
Beatriz Ciglioni e jornalista Bene Corrêa
A história da advocacia paulista é construída por profissionais que dedicaram suas vidas não apenas ao exercício da profissão, mas também à defesa das prerrogativas, ao fortalecimento das instituições jurídicas, à formação de novas gerações e à valorização do papel constitucional do advogado.
Entre esses nomes está Eli Alves da Silva, advogado com quatro décadas de atuação profissional, cuja trajetória reúne experiência na advocacia trabalhista, participação na Ordem dos Advogados do Brasil, liderança associativa, produção acadêmica e contribuição para debates relacionados à administração da Justiça.

Em 2026, quando completa 40 anos desde o início de sua carreira profissional, Eli apresenta uma nova contribuição à literatura jurídica brasileira: o livro Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia, publicado pela Editora Mizuno.
O lançamento acontecerá em 27 de outubro de 2026, às 18 horas, na unidade Jardim Paulista da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), localizada na Alameda Santos, 2.159, 15º andar, na capital paulista.
A publicação representa mais do que um novo título no mercado editorial. É uma oportunidade para revisitar a trajetória de um profissional que participou de importantes momentos da advocacia paulista, integrou a estrutura institucional da OAB-SP, presidiu entidade representativa dos advogados trabalhistas e acompanhou transformações significativas do Direito brasileiro.
Sua história também mantém vínculos com o ambiente institucional da gestão de Luiz Flávio Borges D’Urso na OAB paulista e com a tradição do jornalismo jurídico desenvolvida pelo programa Questão de Justiça, dirigido pela jornalista Hilda Ciglioni.
Ao reunir esses diferentes capítulos, a São Paulo TV Broadcasting apresenta uma reportagem especial sobre a carreira de Eli Alves da Silva, sua contribuição às instituições e a reflexão proposta por sua nova obra.
Quatro décadas de compromisso com a advocacia brasileira
A trajetória profissional de Eli Alves da Silva teve início em 1986, período em que o Brasil atravessava importantes transformações políticas, sociais e institucionais.
Dois anos depois, a promulgação da Constituição Federal de 1988 inauguraria uma nova etapa na história jurídica brasileira, ampliando a proteção dos direitos fundamentais e reconhecendo expressamente a importância da advocacia para a administração da Justiça.
O artigo 133 da Constituição estabeleceu que o advogado é indispensável à administração da Justiça, consagrando o papel institucional da profissão.
Ao longo das décadas seguintes, Eli acompanhou mudanças profundas na legislação, no funcionamento dos tribunais e na organização das atividades profissionais.
A informatização dos processos judiciais, as transformações nas relações de trabalho, a expansão dos mecanismos de solução consensual de conflitos e, mais recentemente, o avanço da inteligência artificial modificaram a realidade da advocacia.
Nesse cenário, a experiência acumulada por profissionais que atravessaram diferentes momentos históricos tornou-se um patrimônio importante para a compreensão dos desafios atuais.
Inscrito na OAB-SP sob o número 81.988 e na Ordem dos Advogados de Portugal sob o número 58.840 L, Eli Alves da Silva construiu uma carreira que reúne atuação profissional, especialização jurídica e participação institucional.
É sócio fundador do escritório Eli Alves da Silva Advogados Associados, registrado na OAB-SP sob o número 1.522.
A experiência adquirida ao longo dessas quatro décadas constitui uma das bases da reflexão apresentada em seu novo livro.
Formação acadêmica e valorização do conhecimento
A carreira de Eli Alves da Silva também é marcada pelo investimento na formação acadêmica.
Graduado em Direito pela Universidade de Mogi das Cruzes, realizou estudos em Administração de Empresas na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Posteriormente, especializou-se em Direito Empresarial pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e concluiu pós-graduação em Direito do Trabalho pela Universidade São Francisco.
Também obteve o título de mestre em Direito, com concentração em Função Social do Direito, pela Faculdade Autônoma de Direito (FADISP).
Seu currículo registra ainda estudos de doutorado na mesma instituição.
Essa formação demonstra uma trajetória de interesse por diferentes áreas jurídicas e pela compreensão das relações entre Direito, economia, trabalho e sociedade.
O exercício da advocacia exige atualização permanente.
A legislação brasileira está em constante transformação, e os profissionais precisam acompanhar mudanças normativas, decisões judiciais e novas interpretações jurídicas.
A formação acadêmica, associada à experiência prática, contribui para o desenvolvimento de uma advocacia tecnicamente qualificada e comprometida com os princípios constitucionais.

A atuação na OAB-SP e o compromisso com a classe
Um dos capítulos mais importantes da trajetória de Eli Alves da Silva é sua participação na Ordem dos Advogados do Brasil, Seção de São Paulo.
Ao longo de sua carreira, exerceu funções institucionais e participou de comissões voltadas ao estudo do Direito e à valorização da advocacia.
Sua trajetória inclui atuação como conselheiro seccional da OAB-SP e participação em discussões relacionadas às prerrogativas profissionais, à legislação trabalhista e ao funcionamento do sistema de Justiça.
A participação no Conselho Seccional representa uma responsabilidade significativa.
Os conselheiros contribuem para a discussão de assuntos que influenciam a vida profissional dos advogados, o funcionamento da instituição e sua atuação perante a sociedade.
Essa experiência aproxima o profissional dos desafios enfrentados pela classe e das necessidades de aperfeiçoamento institucional.
A presença de Eli Alves da Silva na OAB-SP constitui, portanto, um aspecto relevante de sua história profissional.
A ligação com a gestão Luiz Flávio Borges D’Urso
A trajetória institucional de Eli Alves da Silva também se relaciona com o período em que a OAB-SP foi presidida pelo advogado criminalista Luiz Flávio Borges D’Urso, entre 2004 e 2012.
A gestão D’Urso representou um período importante da história contemporânea da advocacia paulista, marcado por iniciativas de fortalecimento institucional, defesa das prerrogativas profissionais, modernização dos serviços da Ordem e ampliação de debates sobre temas de interesse da classe.
Naquele período, a OAB-SP participou de discussões nacionais sobre o funcionamento da Justiça, a valorização profissional e a proteção dos direitos fundamentais.
A trajetória de Eli Alves da Silva integra o ambiente institucional dessa geração de advogados que acompanhou e participou das transformações da Ordem paulista.
A proximidade com o universo jurídico e associativo da gestão D’Urso também revela a importância das relações construídas entre profissionais que dedicaram parte de suas carreiras ao fortalecimento das instituições.
Ao longo dos anos, essas relações institucionais contribuíram para a formação de uma rede de profissionais envolvidos em comissões, congressos, debates e iniciativas de interesse público.
A história da OAB-SP não é formada apenas pelos nomes de seus presidentes.
Também é construída pela contribuição dos conselheiros, dirigentes de comissões, representantes de entidades e advogados que participam ativamente da vida institucional.
Nesse contexto, a trajetória de Eli Alves da Silva merece reconhecimento.
A presidência da Comissão Especial de Direito Material do Trabalho
Entre as responsabilidades exercidas por Eli Alves da Silva na OAB-SP destaca-se a presidência da Comissão Especial de Direito Material do Trabalho.
Em novembro de 2016, foi reconduzido à presidência da comissão, em cerimônia realizada na sede da Ordem.
Na ocasião, destacou a importância do acompanhamento das propostas de alterações na legislação trabalhista e da preservação dos direitos sociais.
O período era marcado por intensos debates nacionais sobre mudanças nas relações de trabalho e na legislação brasileira.
A atuação de uma comissão especializada assume importância fundamental nesses momentos.
Cabe aos profissionais envolvidos analisar propostas, promover discussões técnicas e contribuir para a compreensão dos efeitos das alterações legislativas.
A experiência de Eli na advocacia trabalhista permitiu sua participação direta nesse ambiente de reflexão.
Sua atuação demonstra o compromisso com uma área do Direito que influencia diretamente a vida de trabalhadores, empregadores e instituições.
A presidência da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo
Outro momento significativo de sua carreira foi a presidência da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP).
A entidade desempenha papel importante na representação dos profissionais especializados e na promoção de atividades de atualização jurídica.
A advocacia trabalhista possui características próprias e exige acompanhamento permanente das transformações econômicas, sociais e legislativas.
A participação em associações especializadas permite o intercâmbio de experiências, a discussão de dificuldades profissionais e o desenvolvimento de propostas voltadas ao aperfeiçoamento da Justiça.
Após exercer a presidência da AATSP, Eli Alves da Silva continuou ligado à entidade, inclusive como conselheiro.
Sua trajetória também registra participação em iniciativas de cooperação acadêmica, entre elas uma parceria educacional envolvendo a associação e a Faculdade Autônoma de Direito.
Esse trabalho demonstra a importância atribuída à formação e ao desenvolvimento profissional.
A valorização da advocacia depende não apenas da defesa das prerrogativas, mas também da preparação técnica e ética de seus integrantes.
A criação da Comissão Especial de Direito à Adoção
A atuação institucional de Eli Alves da Silva também alcançou temas relacionados à proteção da infância, à família e à cidadania.
Em 2016, participou da cerimônia de posse da Comissão Especial de Direito à Adoção da OAB-SP, cuja criação havia sido proposta por ele e acolhida durante a presidência de Luiz Flávio Borges D’Urso.
A iniciativa representa um registro importante de sua participação na vida institucional da Ordem.
O Direito à Adoção envolve questões humanas e jurídicas de grande relevância.
A proteção de crianças e adolescentes, o direito à convivência familiar e a necessidade de assegurar procedimentos adequados constituem temas fundamentais para o desenvolvimento social.
A criação de espaços especializados para discutir esses assuntos contribui para o aperfeiçoamento das políticas de proteção e para a formação de profissionais preparados para atuar nessa área.
A iniciativa também demonstra que a participação institucional de Eli Alves da Silva ultrapassou os limites da advocacia trabalhista.
A experiência internacional e a presença em Portugal
A trajetória profissional de Eli Alves da Silva também possui uma dimensão internacional.
Além de sua inscrição na Ordem dos Advogados de Portugal, seu histórico registra a divulgação da inauguração de uma unidade de seu escritório em Lisboa, em outubro de 2018.
A iniciativa representou um movimento de aproximação com o ambiente jurídico português e de ampliação das possibilidades de atuação profissional.
A relação entre Brasil e Portugal possui características especiais, especialmente pela proximidade cultural, linguística e histórica.
A atuação jurídica internacional exige conhecimento de diferentes ordenamentos, capacidade de adaptação e compreensão das particularidades institucionais de cada país.
A experiência internacional acrescenta outro capítulo à trajetória de Eli Alves da Silva.
A produção intelectual e a contribuição ao debate jurídico
Além da advocacia e da participação institucional, Eli Alves da Silva também contribuiu para o debate jurídico por meio de artigos e publicações.
Entre os temas abordados em sua produção estão a solução consensual de conflitos trabalhistas, a modernização dos procedimentos judiciais e as garantias relacionadas ao exercício profissional.
Em artigo publicado pelo portal Migalhas, discutiu a importância da autocomposição como alternativa para a solução de conflitos na Justiça do Trabalho.
A valorização dos mecanismos consensuais constitui um dos debates mais relevantes do Direito contemporâneo.
A conciliação e a mediação podem contribuir para a redução da litigiosidade, a solução mais rápida de controvérsias e a construção de resultados adequados às necessidades das partes.
Em 2025, seu nome também apareceu na produção científica especializada por meio do artigo Sustentação oral nos tribunais da Justiça do Trabalho: aspectos práticos e legais, em coautoria com Rennan Thamay, registrado na Revista Síntese Trabalhista e Previdenciária.
Essas publicações demonstram interesse permanente pelo aperfeiçoamento dos instrumentos jurídicos e pela discussão de temas relevantes à prática profissional.
Eli Alves da Silva e sua ligação com o programa Questão de Justiça
A história de Eli Alves da Silva também está ligada à memória da comunicação jurídica brasileira, especialmente ao ambiente do programa Questão de Justiça, dirigido pela jornalista Hilda Ciglioni.
O programa representou uma iniciativa de valorização da advocacia, da magistratura, do Ministério Público e das instituições relacionadas ao universo jurídico.
Sob a direção de Hilda Ciglioni, o Questão de Justiça abriu espaço para entrevistas, debates e reflexões sobre temas relevantes à sociedade.
A proposta editorial era aproximar o conhecimento jurídico da população, permitindo que profissionais experientes compartilhassem informações sobre legislação, cidadania, direitos e funcionamento das instituições.
O programa teve presença em diferentes meios de comunicação, incluindo a Rádio Record, a AllTV e a Rede Brasil de Televisão, além de manter uma trajetória de aproximação com o jornalismo jurídico especializado.
A relação histórica de Eli Alves da Silva com esse ambiente de comunicação integra sua trajetória de convivência com profissionais que participaram da construção da advocacia paulista.
Sua experiência na OAB-SP, sua atuação nas comissões e sua ligação com a advocacia trabalhista dialogam diretamente com os temas que marcaram a história do programa.
O Questão de Justiça representava um espaço no qual a advocacia podia apresentar à sociedade suas preocupações, desafios e contribuições.
Ao longo de sua trajetória, Hilda Ciglioni desenvolveu um trabalho voltado à preservação da memória dos profissionais do Direito e à valorização das instituições jurídicas.
Essa contribuição merece ser recordada, especialmente em um momento em que a comunicação especializada assume importância crescente para o esclarecimento da sociedade.
A história de Eli Alves da Silva também pertence a esse universo de profissionais que ajudaram a construir o ambiente institucional da advocacia paulista.
A preservação dessa memória é fundamental para que as novas gerações conheçam os profissionais, os debates e as iniciativas que contribuíram para a evolução da profissão.
A presença na televisão e o compromisso com a informação
A participação de Eli Alves da Silva na comunicação jurídica também possui registros em outros programas televisivos.
Em 2015, participou do programa JC Debate, da TV Cultura, em discussão relacionada à licença-maternidade.
Na ocasião, foi apresentado como advogado trabalhista e presidente de comissão especializada da OAB-SP.
A presença de profissionais do Direito em debates televisivos representa uma contribuição importante para o esclarecimento de questões que afetam diretamente a população.
A legislação trabalhista, os direitos das mulheres, as relações profissionais e a proteção social são assuntos que exigem conhecimento técnico e capacidade de comunicação.
Ao participar dessas iniciativas, o advogado também exerce uma função educativa, contribuindo para ampliar o acesso à informação jurídica.
O novo livro: Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia
A experiência acumulada ao longo de quatro décadas encontra uma nova expressão na obra Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia, publicada pela Editora Mizuno.
Com 336 páginas, em sua primeira edição de 2026, o livro apresenta uma reflexão sobre a remuneração profissional e a importância constitucional da advocacia.
O tema possui relevância especial em um momento de transformações na organização dos escritórios, nas relações com os clientes e no funcionamento do sistema de Justiça.
A discussão sobre honorários envolve questões econômicas, jurídicas, éticas e institucionais.
O advogado dedica anos à formação acadêmica, à especialização e à construção de experiência profissional.
Seu trabalho exige conhecimento técnico, capacidade de interpretação, responsabilidade e compromisso com os direitos de seus clientes.
A remuneração adequada deve considerar esses fatores.
Entretanto, a proposta do livro ultrapassa a discussão sobre valores financeiros.
A obra convida o leitor a refletir sobre a advocacia como instituição, profissão e instrumento de realização da Justiça.

A importância constitucional da advocacia
A Constituição Federal reconhece o advogado como indispensável à administração da Justiça.
Esse reconhecimento demonstra que a profissão exerce uma função essencial para o funcionamento do Estado Democrático de Direito.
A atuação advocatícia contribui para assegurar o contraditório, a ampla defesa, o devido processo legal e o acesso à Justiça.
O advogado também desempenha papel importante na prevenção de conflitos, na orientação jurídica e na construção de soluções consensuais.
Ao tratar dos honorários, Eli Alves da Silva propõe uma reflexão sobre o valor dessa atividade para a sociedade.
O preço de um serviço jurídico não representa, isoladamente, toda a responsabilidade assumida pelo profissional.
A defesa de direitos, a proteção do patrimônio, a preservação da liberdade e a orientação em situações complexas exigem preparo técnico e responsabilidade ética.
A valorização da advocacia também significa reconhecer essas dimensões.
Honorários advocatícios: remuneração, dignidade e responsabilidade
A obra aborda diferentes modalidades de honorários previstas na legislação brasileira.
Entre os temas discutidos estão os honorários contratuais, os honorários de sucumbência, a natureza jurídica da remuneração advocatícia e sua relação com a gratuidade da Justiça.
Também são examinadas questões relacionadas à advocacia pública, ao advogado empregado e aos critérios utilizados na definição dos valores cobrados pelos serviços.
A precificação constitui um dos desafios mais importantes para os profissionais.
A definição dos honorários exige considerar a complexidade da demanda, o tempo necessário à realização do trabalho, os custos operacionais e a responsabilidade envolvida.
A publicação também aborda instrumentos de organização profissional, incluindo o controle de horas de trabalho e a composição dos custos dos escritórios.
Esses aspectos possuem importância especial para os jovens advogados que estão iniciando suas carreiras.
A formação universitária oferece conhecimentos fundamentais sobre a legislação e o funcionamento das instituições, mas nem sempre aprofunda questões relacionadas à administração da atividade profissional.
Nesse contexto, a obra apresenta uma contribuição prática e reflexiva.
A inteligência artificial e os novos desafios da profissão
Outro tema abordado no livro é a influência da inteligência artificial sobre o exercício da advocacia.
As novas tecnologias estão transformando a pesquisa jurídica, a análise de documentos, a organização de informações e o funcionamento dos escritórios.
Essas ferramentas podem contribuir para ampliar a produtividade e facilitar atividades administrativas.
Entretanto, também apresentam desafios relacionados à confidencialidade, à responsabilidade profissional e à qualidade das informações utilizadas.
A tecnologia não elimina a necessidade de interpretação jurídica, experiência profissional e compromisso ético.
A presença desse assunto na obra demonstra a preocupação do autor em discutir não apenas os fundamentos tradicionais da advocacia, mas também os desafios de seu futuro.
A valorização da advocacia e o papel das novas gerações
O lançamento do livro ocorre em um momento em que muitos profissionais enfrentam dificuldades relacionadas ao início da carreira, à organização dos escritórios e à remuneração de seus serviços.
A concorrência profissional, as transformações tecnológicas e as mudanças no comportamento dos clientes exigem novas formas de organização.
A experiência acumulada por profissionais de diferentes gerações pode contribuir para a compreensão desses desafios.
Ao compartilhar reflexões sobre honorários e valorização profissional, Eli Alves da Silva apresenta uma contribuição ao debate sobre a sustentabilidade da advocacia.
A profissão precisa preservar sua independência, sua qualidade técnica e sua responsabilidade perante a sociedade.
A remuneração adequada constitui parte desse processo.
O lançamento na Associação dos Advogados de São Paulo
O lançamento de Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia será realizado no dia 27 de outubro de 2026, terça-feira, às 18 horas, na unidade Jardim Paulista da Associação dos Advogados de São Paulo.
O evento acontecerá na Alameda Santos, 2.159, 15º andar, em São Paulo.
A escolha da AASP como local do lançamento possui significado institucional.
A associação mantém uma longa tradição de apoio à advocacia, à formação profissional e ao desenvolvimento do conhecimento jurídico.
O encontro será uma oportunidade para reunir profissionais, colegas, amigos e integrantes do universo jurídico em torno de uma obra dedicada à valorização da profissão.
A publicação conta com a identificação institucional do escritório Eli Alves da Silva Advogados Associados e da Editora Mizuno.
O autor também divulgou um vídeo de apresentação do livro em suas redes sociais.
A mensagem encaminhada aos amigos e colegas convida o público a conhecer a obra e participar desse novo momento de sua trajetória profissional.
Uma vida profissional que acompanha a história da advocacia paulista
A trajetória de Eli Alves da Silva reúne diferentes dimensões da atividade jurídica.
Sua experiência profissional começou em um período de transformação democrática do Brasil.
Ao longo das décadas seguintes, participou da vida institucional da OAB-SP, exerceu funções em comissões especializadas, presidiu a Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo e desenvolveu atividades acadêmicas.
Também acompanhou o fortalecimento das instituições jurídicas, a modernização dos tribunais e as mudanças na legislação trabalhista.
Sua história está relacionada à geração de advogados que participou da construção da advocacia paulista contemporânea, incluindo o ambiente institucional da gestão Luiz Flávio Borges D’Urso.
A ligação com a memória do programa Questão de Justiça, dirigido por Hilda Ciglioni, acrescenta uma dimensão relacionada à comunicação jurídica e à preservação da história da profissão.
O lançamento de seu novo livro representa, portanto, mais do que uma realização editorial.
É um momento de reconhecimento de uma trajetória construída ao longo de quatro décadas.
O verdadeiro valor da advocacia
A advocacia não pode ser compreendida apenas como uma atividade de prestação de serviços.
Sua importância está diretamente relacionada à proteção dos direitos, à preservação das garantias constitucionais e ao funcionamento das instituições democráticas.
O advogado exerce uma função que exige conhecimento, responsabilidade, independência e compromisso com a Justiça.
Ao longo de sua carreira, Eli Alves da Silva participou de diferentes espaços nos quais esses valores são discutidos e defendidos.
Sua nova obra apresenta uma reflexão sobre a necessidade de reconhecer adequadamente o trabalho dos profissionais e de compreender a importância institucional da advocacia.
O debate sobre honorários também é um debate sobre a dignidade da profissão.
A remuneração justa contribui para assegurar condições adequadas de trabalho, investimento em formação, independência profissional e qualidade dos serviços prestados.
A valorização da advocacia representa, nesse sentido, uma contribuição para o fortalecimento do próprio sistema de Justiça.
Ao lançar Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia, Eli Alves da Silva celebra quatro décadas de experiência profissional e reafirma sua participação na história da advocacia paulista.
Uma trajetória marcada pela atuação nos escritórios, pela presença nas instituições, pela dedicação ao conhecimento e pela defesa da importância constitucional do advogado.
O lançamento de 27 de outubro representa um novo capítulo dessa história e um convite à reflexão sobre o papel da advocacia no presente e no futuro do Brasil.
SERVIÇO — LANÇAMENTO DO LIVRO
Obra: Honorários Advocatícios e o Valor da Advocacia
Autor: Dr. Eli Alves da Silva
Editora: Mizuno
Data: 27 de outubro de 2026
Horário: 18 horas
Local: AASP — Unidade Jardim Paulista
Endereço: Alameda Santos, 2.159 — 15º andar — São Paulo/SP
Apresentação do livro no Instagram:
Perfil profissional do autor:
SÃO PAULO TV BROADCASTING
Reportagem Especial — Advocacia, História e Literatura Jurídica
Da Redação — Beatriz Ciglioni e jornalista Bene Corrêa
