
Os bastidores da montagem da maior feira gamer da América Latina
Antes de o público entrar, uma grande operação transforma o Distrito Anhembi em uma cidade dedicada aos games
Quando o visitante chega à Brasil Game Show, encontra estandes iluminados, telas gigantes, arenas, palcos e milhares de produtos prontos para funcionar.
Mas antes disso existe uma operação de grande escala.
A montagem de uma feira como a BGS envolve construção de estandes, transporte de equipamentos, instalação de tecnologia, organização de áreas, testes, comunicação, limpeza e segurança.
Dos pavilhões vazios aos grandes estandes
O Distrito Anhembi recebe todos os pavilhões utilizados pela BGS.
A organização informa que o complexo atualmente é a casa do evento e que a feira ocupa todos os pavilhões do espaço.
Isso significa transformar uma grande área vazia em dezenas de ambientes diferentes.
Cada expositor possui necessidades específicas. Um estande pode precisar de computadores; outro, consoles; outro, estruturas para competições ou experiências interativas.
Logística por trás dos jogos
Transportar equipamentos para uma feira desse tamanho exige planejamento.
Computadores, monitores, consoles, telas, estruturas, materiais promocionais e produtos precisam chegar aos locais corretos e ser instalados antes da abertura.
Também é necessário organizar cabos, energia, internet e sistemas de áudio e vídeo.
Um problema técnico em um equipamento pode comprometer uma demonstração. Por isso, os testes realizados antes da abertura são fundamentais.
Arenas e palcos
As estruturas de competição exigem ainda mais preparação.
A BGS possui arenas e palcos para campeonatos, apresentações e atividades com convidados. A Arena Monster Energy, por exemplo, receberá disputas durante o evento.
Além do cenário, é necessário preparar sistemas de transmissão, som, iluminação e equipamentos utilizados pelos competidores.
Segurança e circulação
Uma feira que recebe centenas de milhares de visitantes também precisa de planejamento para circulação e segurança.
Entradas, corredores, áreas restritas, filas e espaços de emergência precisam ser organizados para permitir que o público se movimente de maneira segura.
A operação também envolve equipes responsáveis por orientação, atendimento e suporte ao visitante.
O desafio dos expositores
Para as empresas, montar um estande não significa apenas construir uma estrutura bonita.
É necessário criar uma experiência que funcione durante todos os dias do evento.
Os expositores precisam preparar jogos, produtos, equipes, demonstrações e atividades capazes de receber visitantes continuamente.
Em 2025, a BGS recebeu 306.798 pessoas e apresentou centenas de estações de jogos, segundo o balanço oficial da organização.
Os números ajudam a dimensionar o tamanho da operação.
Quando tudo precisa funcionar ao mesmo tempo
No dia da abertura, o visitante percebe apenas o resultado final.
Por trás de cada jogo disponível para teste, campeonato, palestra ou ativação existe uma equipe trabalhando para garantir que tudo esteja funcionando.
É uma operação que combina eventos, tecnologia, logística, segurança, comunicação e entretenimento.
A expectativa antes da abertura
Para os expositores, a montagem também representa o momento em que os planos começam a virar realidade.
Depois de semanas de preparação, chega a hora de descobrir como o público reagirá aos jogos, produtos e experiências.
Enquanto o visitante vê uma feira pronta, nos bastidores existe uma enorme cadeia de profissionais trabalhando para fazer com que quatro dias de evento aconteçam.
A BGS começa muito antes de suas portas serem abertas. E é justamente essa operação invisível que permite que o espetáculo gamer aconteça.
Link Oficial: https://www.brasilgameshow.com.br/

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