
Tarcísio de Freitas coordena ações que encerram fluxo na Cracolândia e reforçam eficiência da gestão estadual
Da Direção de Jornalismo da São Paulo Tv
O Governo do Estado de São Paulo alcançou um dos resultados mais emblemáticos da atual gestão: o fim do fluxo de usuários na Cracolândia. A operação, consolidada ao longo dos últimos meses, marca um divisor de águas na administração pública paulista e reforça a forma como o governador Tarcísio de Freitas tem conduzido o Estado — com planejamento, integração entre secretarias e foco em resultados concretos.
A Cracolândia, que por décadas simbolizou abandono social, tráfico de drogas, violência e violação de direitos humanos, agora passa por uma reconfiguração inédita graças a um trabalho que uniu segurança, saúde e assistência social. A atuação do governador foi determinante para articular as forças estaduais em uma estratégia contínua e rigorosa, sem improvisos ou medidas superficiais.
As ações envolveram Polícia Militar, Polícia Civil, agentes de inteligência, equipes de saúde mental, atendimento social especializado e acompanhamento territorial permanente. A orientação de Tarcísio foi clara desde o início: enfrentar o problema em todas as suas dimensões, desarticulando o comando criminoso e oferecendo alternativas reais de acolhimento e tratamento aos dependentes químicos. A operação também foi construída em parceria com a Prefeitura de São Paulo, fortalecendo a cooperação entre Estado e município.
O resultado — a dissolução do fluxo e o fim do aglomerado diário de usuários — é visto por especialistas como o avanço mais significativo da última década no enfrentamento ao crack na capital. Para o governador, a medida não é apenas uma ação de segurança, mas uma política pública estruturada, que exige monitoramento constante e presença permanente do Estado para impedir o retorno do ciclo de degradação.
Tarcísio tem repetido que resolver a Cracolândia não significa espalhar o problema, mas impedir que ele se reorganize. O governo passou a ocupar o território diariamente, combinando policiamento técnico, inteligência, mapeamento criminal e atendimentos sociais contínuos. Ao mesmo tempo, fortaleceu vagas de acolhimento, ampliação de unidades de saúde mental e parcerias com entidades especializadas no tratamento da dependência química.

A forma como o governador conduziu o processo tem sido destacada por sua objetividade e capacidade de gestão. Diferente de ações pontuais de outros períodos, o trabalho atual se apoia em rotinas operacionais, análise constante de dados, integração entre secretarias e decisões rápidas baseadas em evidências. É uma administração que prioriza resultados, não discursos.
Encerrar o fluxo da Cracolândia não encerra o problema, e Tarcísio tem ciência disso. A próxima fase envolve ampliar a oferta de políticas sociais, monitorar diariamente a região e impedir avanços do tráfico. O governo também prepara novas frentes de intervenção urbana para revitalizar o território, estimular atividades econômicas e devolver segurança aos moradores e comerciantes da área.
O impacto imediato é visível: o Estado assumiu definitivamente o controle da região, o fluxo deixou de existir e a sensação de abandono — durante décadas tão presente no imaginário paulistano — começa a ceder lugar à presença efetiva do poder público.
A gestão Tarcísio de Freitas se firma, assim, como uma administração que enfrenta problemas complexos com método, coragem e eficiência. A Cracolândia, um desafio histórico, passa a ser um caso emblemático de como políticas públicas planejadas, integradas e tecnicamente executadas podem transformar realidades consideradas irreversíveis.
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