
Ricardo Nunes faz entregas e prepara ações em saúde, habitação e cidadania em meio ao maior avanço estrutural da cidade nos últimos anos
Da Redação da São Paulo
A sexta-feira, 5 de dezembro de 2025, coloca a gestão do prefeito Ricardo Nunes diante de uma das agendas mais expressivas do ano na Zona Sul de São Paulo. Inaugurações, vistorias e entregas compõem um roteiro que sintetiza o maior ciclo de expansão estrutural da cidade em áreas essenciais — saúde pública, política habitacional e regularização fundiária. A combinação desses três pilares traduz um modelo de gestão que redistribui investimentos e reposiciona territórios historicamente vulneráveis no mapa de oportunidades da capital.
O dia começa às 10h com a inauguração da UBS Jardim Kioto “Ignês Fontana Tatto”, um equipamento que reforça a atenção básica em Capela do Socorro, região que cresce aceleradamente e exige presença constante do sistema público de saúde. A nova unidade chega em um cenário de avanço consistente da rede: desde 2021, São Paulo entregou mais de 100 novos equipamentos, incorporou 345 equipes de Saúde da Família e implantou prontuário eletrônico em 96% das UBSs, ampliando a capacidade de atendimento e modernizando a gestão clínica. No Jardim Kioto, a expectativa é atender diretamente cerca de 25 mil moradores, reduzindo deslocamentos e fortalecendo programas de prevenção.
No início da tarde, às 12h05, Nunes visita as obras da UPA Grajaú, uma demanda histórica de uma das regiões mais populosas do país, com cerca de 400 mil habitantes. A unidade terá estrutura moderna, capacidade estimada de 350 a 450 atendimentos diários e áreas completas para emergências, observação e atendimento pediátrico. A iniciativa faz parte de um plano mais amplo de reorganização da rede de urgência, com novas UPAs previstas até 2026, e representa um avanço indispensável na resposta rápida em territórios de alta vulnerabilidade.
Às 15h15, o prefeito e secretários municipais vistoriarão o Conjunto Habitacional Novo Brasil, no Jardim Itajaí — um dos maiores empreendimentos de urbanismo social integrado em execução no município. O complexo reúne habitação, educação, saúde e segurança alimentar em um mesmo território, com cerca de 2 mil moradias, um CEU completo, UBS, CEI e Armazém Solidário. Trata-se de uma intervenção que dialoga com o maior programa habitacional da história da cidade: desde 2021, 10.332 unidades já foram entregues, 17.274 estão em construção e 33.105 contratadas, ultrapassando 100 mil moradias previstas. O Novo Brasil simboliza a virada de chave na relação entre políticas públicas e território.
Às 16h45, no Grajaú, a Prefeitura entrega 25 novas unidades do Conjunto Alto da Alegria, destinadas a famílias removidas de áreas de risco. O reassentamento seguro, acompanhado de obras de drenagem, contenção e urbanização, integra a estratégia de reduzir a exposição de milhares de famílias a deslizamentos e enchentes — problemas crônicos da Zona Sul.
Encerrando o dia, às 18h15, o Encontro Prefeitura Presente – Capela do Socorro, no CEU Vila Rubi, marca mais uma etapa do programa Escritura na Mão, que já entregou mais de 60 mil títulos de propriedade desde 2021, incluindo 10,7 mil apenas este ano. A regularização fundiária tem se consolidado como uma das políticas mais transformadoras da gestão municipal, garantindo segurança jurídica, valorização dos imóveis, acesso ao crédito e integração de bairros inteiros ao planejamento formal da cidade.
Em conjunto, as ações desta sexta-feira traduzem uma gestão que não trabalha de forma fragmentada, mas com visão integrada: saúde perto de casa, moradia digna, território regularizado e infraestrutura urbana avançando simultaneamente. Na Zona Sul — onde vivem mais de 2,4 milhões de pessoas — esses investimentos representam não apenas entregas, mas mudanças estruturais de longo prazo.
A sexta-feira decisiva da gestão Ricardo Nunes reforça um marco: São Paulo vive, hoje, o período de maior avanço em políticas públicas estruturantes da última década, com impacto direto na qualidade de vida de milhões de paulistanos.
