
Prefeito Ricardo Nunes transforma a vida de milhares de famílias e consolida uma nova fase da habitação popular em São Paulo
São Paulo TV Broadcasting Diretoria de Jornalismo Reportagem Especial fonte e fotos Secom PMSP

Com mais de 23,6 mil moradias entregues, 101 mil escrituras e aproximadamente 37 mil apartamentos em construção, gestão municipal amplia investimentos, recupera áreas urbanas e proporciona a milhares de paulistanos a oportunidade de conquistar um lar e construir um futuro com mais dignidade.
Há conquistas que não cabem em balanços administrativos. Para uma mãe que passou anos pagando aluguel, receber as chaves de um apartamento significa muito mais do que mudar de endereço. É a possibilidade de oferecer estabilidade aos filhos, organizar o orçamento familiar e deixar para trás a incerteza de não saber se conseguirá manter um teto sobre a cabeça no mês seguinte.2. A felicidade de uma família dentro da nova casa
Legenda – Uma nova etapa de vida: família conhece sua moradia no Residencial Violeta, na Zona Sul, após atendimento habitacional a moradores de áreas de risco.
Para um trabalhador que dedicou décadas de sua vida à construção de um patrimônio, conquistar a escritura definitiva representa a segurança de saber que o imóvel poderá ser transmitido legalmente às próximas gerações. Para uma família que vive em uma comunidade sem infraestrutura adequada, a chegada de saneamento, pavimentação e equipamentos públicos pode representar uma mudança profunda nas condições de vida.
É justamente nessa dimensão humana que a política habitacional da Prefeitura de São Paulo, sob a liderança do prefeito Ricardo Nunes, vem acumulando resultados expressivos.
A maior cidade do Brasil alcançou, em outubro de 2026, a marca de 23.606 moradias entregues desde 2021, além de 101.713 escrituras e aproximadamente 37 mil apartamentos em construção. Os números integram um conjunto de ações que envolve construção de residências, regularização fundiária, urbanização de comunidades, recuperação de edifícios e ampliação da infraestrutura urbana.
Mais do que uma política de construção civil, a habitação passou a ocupar posição central na estratégia de desenvolvimento social da administração municipal.
Uma política pública que chega à vida das pessoas
23.606
Moradias entregues desde 2021
101.713
Escrituras entregues desde 2021
37 mil
Apartamentos em construção, aproximadamente
15.723
Moradias entregues em 2025 e 2026
Indicadores divulgados pela Prefeitura de São Paulo até 13 de outubro de 2026. O acumulado desde 2021 inclui o período da administração Bruno Covas.
Para compreender a importância desses resultados, é necessário observar a realidade de milhares de famílias paulistanas.
A ausência de moradia própria frequentemente significa a necessidade de comprometer parcela importante da renda com aluguel. Em outros casos, representa viver de favor na casa de parentes, compartilhar pequenos espaços com diferentes gerações ou permanecer em imóveis sujeitos a problemas estruturais e ambientais.
Quando uma família conquista uma residência adequada, os benefícios podem alcançar diferentes aspectos de sua rotina. As crianças passam a contar com um espaço mais estável para estudar; os pais podem planejar melhor suas despesas; e os idosos encontram maior segurança para viver.
A casa própria também pode representar a formação de um patrimônio familiar, capaz de beneficiar filhos e netos.
Considerando uma média hipotética de três pessoas por apartamento, as 23.606 moradias entregues poderiam abrigar aproximadamente 70,8 mil moradores. Trata-se de uma estimativa ilustrativa, não de um levantamento oficial de ocupantes ou de pessoas anteriormente sem teto.
Ainda assim, a dimensão dos números ajuda a demonstrar o alcance potencial dessa política pública.
A entrega de uma moradia não elimina automaticamente todas as dificuldades econômicas de uma família. Mas pode oferecer uma base importante para que ela tenha melhores condições de enfrentar esses desafios.
Ricardo Nunes amplia o ritmo de entregas e coloca a habitação entre as prioridades da gestão
Um dos aspectos mais significativos do balanço municipal está na concentração das entregas habitacionais nos últimos dois anos.
Das 23.606 unidades concluídas desde 2021, 15.723 foram entregues entre 2025 e 2026, o equivalente a aproximadamente dois terços do total acumulado.
O resultado indica uma aceleração da produção habitacional em um período marcado pela execução de empreendimentos, ampliação de programas e mobilização de recursos públicos.3. A emoção de conquistar a casa própria
A emoção de uma conquista: beneficiária comemora durante entrega de unidades habitacionais no Conjunto Guaianazes, na Zona Leste.
Outro indicador relevante é a existência de cerca de 37 mil apartamentos em construção, número que aponta para a continuidade da carteira habitacional.
Essas unidades ainda não representam moradias entregues, mas demonstram a escala dos projetos em execução e o potencial de ampliação do atendimento nos próximos anos.
A política habitacional também passou a receber dotações orçamentárias expressivas. Segundo balanços da Secretaria Municipal de Habitação, o orçamento previsto para 2025 alcançou R$ 5,56 bilhões, enquanto a previsão para 2026 chegou a R$ 6,65 bilhões.
Somados, os valores representam aproximadamente R$ 12,2 bilhões em previsões orçamentárias para os dois exercícios, embora não devam ser confundidos com despesas efetivamente executadas.
A dimensão dos recursos evidencia o peso atribuído à habitação no planejamento municipal.
Pode Entrar: o programa que ampliou as oportunidades de acesso à casa própria
Entre os instrumentos mais importantes da atual política habitacional está o programa Pode Entrar, desenvolvido para ampliar a oferta de moradias de interesse social e diversificar os mecanismos de financiamento e produção imobiliária.
A iniciativa reúne diferentes modalidades, incluindo construção de empreendimentos, participação de entidades habitacionais, aquisição de unidades e recuperação de edifícios.
O objetivo é permitir que o município utilize diferentes alternativas para atender famílias que enfrentam dificuldades de acesso ao mercado imobiliário tradicional.
Somente em 2025, conforme balanço municipal, o programa entregou 5.358 unidades, das quais 1.529 na modalidade Entidades.
Nessa modalidade, o município financia os projetos, enquanto as instituições participantes executam as obras e indicam famílias beneficiárias, conforme os critérios aplicáveis.
A participação dessas organizações aproxima a produção habitacional de grupos que aguardam há anos pela oportunidade de conquistar uma residência.
O programa também movimenta a economia, mobilizando empresas da construção civil, trabalhadores, fornecedores e prestadores de serviços.
Seus efeitos, portanto, ultrapassam o setor habitacional e alcançam diferentes atividades econômicas da cidade.
São Mateus: 502 famílias beneficiadas em um único dia
A dimensão social da política habitacional ganhou um novo capítulo na terça-feira, 13 de outubro, quando Ricardo Nunes participou de duas entregas importantes em São Mateus, na Zona Leste.
Foram 298 apartamentos no Residencial Forte do Rio Branco e 204 escrituras definitivas no Loteamento São Francisco, Núcleo D.Ricardo Nunes abraçando uma moradora durante entrega de habitação
Legenda – Ricardo Nunes cumprimenta uma beneficiária durante entrega de unidades habitacionais do Conjunto Lidiane, na Zona Norte de São Paulo.
Fonte: COHAB-SP.
Ao todo, 502 famílias foram diretamente beneficiadas.
A construção dos apartamentos recebeu R$ 59,3 milhões em investimentos. Já a regularização dos imóveis contou com R$ 571,2 mil.
O Residencial Forte do Rio Branco possui duas torres de 18 pavimentos, com apartamentos de dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, distribuídos em áreas úteis entre 38 e 40 metros quadrados.
Cinco unidades foram adaptadas para pessoas com deficiência.
O condomínio oferece estacionamento, bicicletário, churrasqueira, quadra esportiva, playground, espaço pet e áreas verdes.
Essas estruturas ajudam a transformar o empreendimento em um ambiente de convivência comunitária, permitindo que os moradores tenham acesso a espaços de lazer e integração.
Em 2025, o residencial já havia recebido 518 famílias em três etapas. Outras 400 unidades estão em construção no Lote 27, enquanto mais 200 estão previstas para o Lote 28.
A casa própria acompanhada de serviços públicos
Durante a cerimônia, Ricardo Nunes destacou um aspecto importante do planejamento urbano: a necessidade de construir moradias próximas de equipamentos públicos.
Nas proximidades do residencial, a Prefeitura está construindo uma Unidade de Pronto Atendimento.
“Além de um conjunto habitacional de muita qualidade, nós estamos construindo uma UPA aqui ao lado, que vai dar para os moradores irem a pé”, afirmou o prefeito.
A declaração sintetiza uma preocupação essencial para o desenvolvimento das cidades.
Não basta entregar apartamentos. É necessário garantir que as famílias possam acessar serviços de saúde, transporte, educação, comércio e equipamentos de convivência.
A integração entre habitação e infraestrutura contribui para reduzir deslocamentos e melhorar as condições de vida dos moradores.
Mais de 100 mil escrituras: o fim de décadas de insegurança para milhares de famílias
Se a construção de apartamentos oferece novas oportunidades de moradia, a regularização fundiária representa uma conquista igualmente importante para quem já possui uma residência, mas ainda enfrenta pendências documentais.
Desde 2021, a Prefeitura contabiliza 101.713 escrituras entregues, sendo 49.534 formalizadas entre 2025 e 2026.
Por meio do Programa Escritura na Mão, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Habitação e pela COHAB-SP, famílias que aguardavam havia décadas pela documentação de seus imóveis passaram a ter acesso a instrumentos de regularização.
Fonte: fotografia publicada pelo Itaquera em Notícias, novembro de 2025.
Em São Mateus, as 204 escrituras entregues em outubro integram um trabalho que já ultrapassou 6 mil domicílios regularizados no bairro desde 2021.
A ocupação do Núcleo D começou na década de 1990. Para parte dos moradores, a entrega dos documentos representa a conclusão de uma espera de aproximadamente três décadas.
A segurança jurídica de um imóvel possui consequências que vão além da documentação.
Quando a regularização é concluída com o devido registro imobiliário, a família passa a contar com maior proteção patrimonial, melhores condições para realizar procedimentos sucessórios e maior segurança em relação aos seus direitos.
Em muitos casos, a conquista representa o reconhecimento de uma vida inteira de trabalho.
É também uma forma de fortalecer a cidadania, permitindo que moradores historicamente afetados pela informalidade urbana avancem no exercício pleno de seus direitos.
Urbanização de comunidades: transformar o lugar onde as famílias já vivem
A política habitacional da administração Ricardo Nunes não se limita à construção de conjuntos residenciais.
Outra frente importante envolve a urbanização de comunidades que necessitam de infraestrutura, saneamento, drenagem, acessibilidade e recuperação de áreas degradadas.
Segundo balanço da Secretaria Municipal de Habitação referente a 2025, as intervenções de urbanização haviam beneficiado mais de 36,6 mil famílias, com 62 obras em andamento e R$ 533,6 milhões associados a essas intervenções.
A urbanização permite enfrentar problemas que afetam diretamente a saúde, a mobilidade e a segurança dos moradores.
Ruas sem pavimentação, drenagem insuficiente, ausência de saneamento e ocupações em áreas de risco são desafios que exigem soluções integradas.
Ao executar obras nessas regiões, o poder público contribui para melhorar as condições de vida de famílias que já possuem vínculos históricos com seus bairros.
Essa abordagem reconhece que o desenvolvimento habitacional também passa pela transformação dos territórios existentes.
Programa Mananciais: desenvolvimento social aliado à proteção ambiental
Na Zona Sul, o Programa Mananciais representa uma das iniciativas mais relevantes de integração entre habitação, infraestrutura e preservação ambiental.
A atuação ocorre especialmente nas regiões das represas Guarapiranga e Billings, áreas estratégicas para o abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo.
O programa, iniciado em administrações anteriores e ampliado ao longo dos anos, reúne intervenções de urbanização, saneamento, reassentamento de famílias em áreas de risco, recuperação ambiental e implantação de espaços públicos.
“Programa Mananciais: desenvolvimento social aliado à proteção ambiental”.
Ricardo Nunes participa da entrega de novas unidades habitacionais no Jardim da União, em iniciativa ligada à recuperação urbana e ambiental na Zona Sul.
Fonte: Secretaria Municipal de Habitação, Prefeitura de São Paulo.
De acordo com dados municipais, foram entregues 2.063 unidades habitacionais vinculadas ao programa entre 2021 e 2026, com mais de 6 mil unidades em andamento.
O balanço também aponta a conclusão de 12 grandes projetos de urbanização, parques e áreas de lazer, com investimentos acumulados próximos de R$ 5 bilhões no período informado.
O trabalho é particularmente importante porque procura conciliar dois objetivos fundamentais: melhorar as condições de moradia da população e proteger os recursos naturais que abastecem milhões de pessoas.
A continuidade dessas intervenções demonstra que a política habitacional precisa considerar também os desafios ambientais e climáticos de uma metrópole como São Paulo.
Centro de São Paulo: prédios antigos ganham nova função social
A recuperação de edifícios antigos é outra estratégia adotada para ampliar a oferta de habitação popular.
Um dos exemplos é o Residencial Prestes Maia, entregue em abril de 2025 após um processo de requalificação.
O empreendimento recebeu aproximadamente R$ 76 milhões em investimentos municipais e passou a oferecer 287 unidades habitacionais, beneficiando mais de mil pessoas.
O edifício, anteriormente conhecido por sua história de ocupação, foi transformado em um conjunto residencial requalificado.
A iniciativa apresenta vantagens urbanísticas importantes.
A utilização de prédios existentes em regiões centrais permite aproveitar áreas que já possuem transporte coletivo, comércio, serviços e infraestrutura consolidada.
Também contribui para a recuperação do patrimônio edificado e para a revitalização de regiões que enfrentam processos de degradação.
A estratégia demonstra que a habitação social pode fazer parte da recuperação econômica e urbana do Centro de São Paulo.
Jardim Pantanal: habitação e combate aos riscos de alagamento
Na Zona Leste, o projeto Recupera Pantanal integra as ações voltadas à transformação de áreas vulneráveis.
A região do Jardim Pantanal enfrenta historicamente problemas relacionados a inundações, ocupação urbana e necessidade de infraestrutura.
O projeto busca articular melhorias urbanas, intervenções ambientais e soluções para as condições de moradia.
Em áreas sujeitas a alagamentos, a política habitacional exige planejamento que considere drenagem, saneamento, segurança dos moradores e adaptação às condições climáticas.
O enfrentamento desses desafios é especialmente relevante diante do aumento da frequência de episódios de chuva intensa e da vulnerabilidade de regiões urbanas próximas a cursos d’água.
A integração das ações habitacionais com obras de infraestrutura representa uma estratégia necessária para reduzir riscos e melhorar as condições de vida.
O impacto social: quando uma chave muda o futuro de uma família
Os resultados da política habitacional ganham um significado ainda maior quando observados pela perspectiva das famílias beneficiadas.
Para quem passou anos pagando aluguel, a conquista de uma residência própria pode representar a possibilidade de reorganizar o orçamento e planejar o futuro com maior segurança.
Para quem viveu em espaços improvisados ou excessivamente compartilhados, a mudança pode significar mais privacidade, melhores condições de higiene e maior conforto.
Para crianças e adolescentes, uma moradia estável pode favorecer a continuidade dos estudos e a organização da rotina familiar.
Para idosos, pode representar tranquilidade e proteção patrimonial.
E para famílias que aguardavam havia décadas pela regularização de seus imóveis, a documentação definitiva representa o reconhecimento jurídico de uma conquista construída ao longo de gerações.
A habitação também produz efeitos econômicos indiretos. A construção de empreendimentos gera empregos, movimenta fornecedores e estimula atividades comerciais nas regiões atendidas.
Ao mesmo tempo, a implantação de novos conjuntos residenciais exige investimentos permanentes em serviços públicos e infraestrutura, de maneira que o crescimento urbano seja acompanhado de qualidade de vida.
O principal benefício da política habitacional está em oferecer condições para que as famílias deixem de viver sob a insegurança permanente da moradia e passem a construir projetos de longo prazo.
Esse é um resultado que não pode ser medido apenas pela quantidade de apartamentos entregues.
Uma transformação que alcança diferentes gerações
A conquista da casa própria possui uma característica singular entre as políticas sociais: seus efeitos podem atravessar gerações.
Um apartamento entregue hoje poderá continuar abrigando uma família durante décadas. Uma escritura regularizada poderá contribuir para a segurança patrimonial de filhos e netos.
Uma comunidade urbanizada poderá oferecer melhores condições de saúde, mobilidade e convivência para milhares de moradores.
É por isso que os investimentos habitacionais possuem importância estratégica para o desenvolvimento das cidades.
Ao reunir construção de moradias, regularização fundiária, urbanização e recuperação de edifícios, a administração municipal procura enfrentar diferentes manifestações do problema habitacional.
O crescimento das entregas entre 2025 e 2026 demonstra a capacidade de execução de uma parcela expressiva dos projetos em andamento.
Os resultados também evidenciam a importância da continuidade administrativa, já que programas habitacionais exigem planejamento, aquisição de terrenos, licenciamento, financiamento e obras que frequentemente atravessam diferentes gestões.
Ricardo Nunes e o desafio de construir uma São Paulo com mais oportunidades
A dimensão dos resultados alcançados não elimina os desafios habitacionais da maior cidade brasileira.
O déficit de moradias, a ocupação de áreas de risco, o custo dos imóveis e a desigualdade territorial continuam exigindo investimentos, planejamento e soluções de longo prazo.
Mas os indicadores apresentados pela Prefeitura mostram avanços relevantes em diferentes frentes.
O crescimento da produção habitacional, a ampliação da regularização fundiária, os investimentos no Pode Entrar e a continuidade dos programas de urbanização demonstram que a habitação ocupa espaço importante na agenda municipal.
Sob a gestão Ricardo Nunes, a Prefeitura intensificou entregas, mobilizou recursos e ampliou uma carteira de projetos que poderá continuar beneficiando famílias nos próximos anos.
O desafio será transformar as obras em andamento em moradias efetivamente concluídas, manter a qualidade dos empreendimentos e garantir que os novos bairros sejam acompanhados dos serviços necessários.
A experiência de São Paulo demonstra que uma política habitacional abrangente precisa associar resultados quantitativos a benefícios sociais duradouros.
Mais do que construir casas, construir possibilidades de futuro
Em uma cidade marcada por contrastes sociais, a conquista de uma moradia digna representa um passo importante para a redução das desigualdades.
Os 23.606 apartamentos e casas entregues desde 2021, as mais de 101 mil escrituras e as dezenas de milhares de unidades em construção revelam a dimensão do trabalho habitacional desenvolvido pela Prefeitura.
Por trás desses indicadores estão famílias que aguardavam uma oportunidade de conquistar estabilidade, segurança e melhores condições de vida.
São trabalhadores, mães, pais, crianças e idosos que passam a contar com novas perspectivas.
A administração Ricardo Nunes apresenta resultados expressivos nessa área, especialmente pela aceleração das entregas nos últimos dois anos e pela ampliação dos instrumentos de produção habitacional.
O maior legado de uma política pública dessa natureza não está apenas no concreto dos edifícios ou nos documentos assinados. Está na vida das pessoas que passam a ter um lugar seguro para morar, criar seus filhos e construir seu futuro.
Para quem nunca teve uma casa própria, receber as chaves pode significar a realização de um sonho cultivado durante décadas.
E, para uma cidade do tamanho de São Paulo, cada família beneficiada representa um avanço concreto na construção de uma metrópole mais inclusiva, organizada e comprometida com a dignidade humana.
São Paulo TV Broadcasting Diretoria de Jornalismo Reportagem Especial — 15 de outubro de 2026
Base editorial: dados e balanços divulgados pela Prefeitura de São Paulo, Secretaria Municipal de Habitação e COHAB-SP. Os números acumulados desde 2021 abrangem mais de uma administração municipal; as moradias em construção não são contabilizadas como entregues. Os benefícios sociais descritos representam efeitos potenciais das políticas habitacionais, não resultados de uma pesquisa individual com todos os beneficiários.
