
Prefeito Ricardo Nunes amplia proteção às mulheres com saúde mental, acolhimento, autonomia financeira e rede integrada de combate à violência em São Paulo
Por DA REDAÇÃO – São Paulo TV Broadcasting
A gestão do prefeito Ricardo Nunes vem consolidando uma ampla política pública voltada à proteção das mulheres paulistanas, com ações integradas nas áreas de saúde, assistência social, segurança urbana, direitos humanos, empregabilidade e acolhimento psicológico. Em meio ao aumento nacional dos debates sobre violência doméstica, feminicídio e saúde mental feminina, a capital paulista ampliou sua estrutura de atendimento e criou mecanismos considerados estratégicos para proteger mulheres em situação de vulnerabilidade.

Uma das iniciativas mais importantes anunciadas pela Prefeitura foi a regulamentação do Decreto nº 65.058/2026, que estruturou oficialmente programas municipais de apoio psicológico e enfrentamento à violência contra a mulher. A medida colocou a saúde mental no centro das políticas públicas femininas da cidade, fortalecendo o atendimento multiprofissional e integrando diversas secretarias municipais em um trabalho conjunto.
A regulamentação está alinhada à Meta 62 do Plano de Metas 2025–2028 da administração municipal e estabelece diretrizes permanentes para acolhimento humanizado, atendimento psicológico, orientação jurídica, assistência social e fortalecimento da autonomia financeira das vítimas.
Segundo a Prefeitura, o novo modelo de atendimento permite que mulheres vítimas de violência sejam acompanhadas de forma contínua por equipes multidisciplinares compostas por psicólogos, assistentes sociais, orientadores jurídicos e profissionais da saúde pública.

Na prática, os serviços municipais passam a atuar de maneira articulada entre as secretarias de Direitos Humanos e Cidadania, Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico e Trabalho e Segurança Urbana, evitando que mulheres precisem percorrer diversos órgãos públicos para conseguir ajuda.
A administração Ricardo Nunes também ampliou significativamente a rede física de proteção feminina nos últimos anos. Desde 2021, foram inaugurados os novos Centros de Referência e Cidadania da Mulher (CRCM) da Cachoeirinha e de São Miguel Paulista, além do Posto Avançado de Apoio à Mulher no Terminal Sacomã, um dos maiores polos de circulação da capital.
Hoje, a cidade conta com uma rede formada por 27 equipamentos especializados no atendimento feminino, incluindo Centros de Referência e Cidadania da Mulher, Centros de Defesa e Convivência da Mulher, Casa da Mulher Brasileira, Casa de Acolhimento Provisório Rosangela Rigo, postos avançados e unidade móvel de atendimento às mulheres.
Os equipamentos oferecem desde acolhimento emergencial até apoio psicológico prolongado, oficinas profissionalizantes, rodas de conversa, orientação sobre direitos, encaminhamento para serviços de saúde e auxílio para reinserção social e econômica.
Os números mostram a dimensão da demanda enfrentada diariamente pela rede municipal. Até maio de 2026, já haviam sido registrados mais de 3.228 atendimentos relacionados à violência doméstica e de gênero em São Paulo.
Dentro da nova política pública implementada pela Prefeitura, a violência psicológica passou a receber atenção especial da administração municipal. Especialistas ligados à rede de atendimento destacam que muitas mulheres permanecem anos em relacionamentos abusivos sem identificar inicialmente sinais de manipulação emocional, humilhação, ameaças e controle psicológico.
Por isso, a Prefeitura passou a investir em campanhas educativas, capacitação de profissionais e fortalecimento do atendimento psicossocial, buscando interromper o ciclo da violência antes que ele evolua para agressões físicas ou feminicídios.
Outro eixo estratégico da gestão Ricardo Nunes é a autonomia financeira feminina. A Prefeitura entende que muitas mulheres permanecem em situações de violência por dependência econômica. Por isso, os programas municipais passaram a integrar ações de qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade como ferramentas fundamentais de proteção social.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho vem ampliando cursos de capacitação, programas de empreendedorismo feminino e encaminhamento para vagas de emprego, principalmente para mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Na área da segurança pública, a Prefeitura também fortaleceu ações de monitoramento e acolhimento. A gestão municipal ampliou investimentos em tecnologia, iluminação pública, monitoramento urbano e integração da Guarda Civil Metropolitana em ações de proteção à população feminina, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana, atualmente comandada pela delegada Juliana Lopes Bussacos, passou a integrar de forma mais próxima as políticas de proteção às mulheres, ampliando o diálogo entre segurança pública e assistência social.
Outro marco importante será realizado no próximo dia 29 de maio, quando a Prefeitura promoverá o primeiro Mutirão Jurídico de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da cidade. O evento ocorrerá no CRCM São Miguel, na Zona Leste, oferecendo gratuitamente orientação jurídica, acolhimento psicológico, assistência social e atendimento especializado às mulheres vítimas de violência doméstica.
A ação contará ainda com participação da Casa SER Dorinha, referência em atendimento à saúde sexual e reprodutiva feminina.
Como as mulheres podem buscar ajuda em São Paulo
A Prefeitura de São Paulo reforça que mulheres em situação de violência ou vulnerabilidade podem procurar atendimento diretamente nos equipamentos especializados da rede municipal, sem necessidade de encaminhamento prévio.
Os serviços oferecem acolhimento psicológico, orientação jurídica, assistência social, apoio emergencial, encaminhamento para saúde e segurança, além de suporte para autonomia financeira e empregabilidade.
As mulheres também podem buscar ajuda pelos seguintes canais:
- Central de Atendimento à Mulher — Ligue 180;
- Guarda Civil Metropolitana — 153;
- Polícia Militar — 190 em situações de emergência;
- Atendimento presencial nos CRCMs, CDCMs e Casa da Mulher Brasileira.
Mais informações também podem ser acessadas no portal oficial da Prefeitura de São Paulo:
Rede de Atendimento às Mulheres – Prefeitura de São Paulo
A administração municipal destaca que o atendimento é sigiloso, humanizado e preparado para acolher mulheres vítimas de violência física, psicológica, moral, patrimonial ou sexual.
Nos bastidores do governo municipal, interlocutores afirmam que a diretriz do prefeito Ricardo Nunes é transformar São Paulo em referência nacional em políticas públicas femininas, fortalecendo uma rede permanente de prevenção, acolhimento e reconstrução da autonomia das mulheres.
Além das estruturas de atendimento, a gestão municipal também passou a defender uma visão mais ampla da proteção feminina, associando saúde mental, empregabilidade, cidadania e fortalecimento emocional como pilares essenciais para o enfrentamento da violência.
Para especialistas da área social, a capital paulista vem construindo um dos modelos mais abrangentes de atendimento à mulher no Brasil, integrando proteção jurídica, assistência psicológica, acolhimento humanizado e oportunidades de independência econômica.
A proposta da Prefeitura é ampliar cada vez mais a presença desses serviços nos territórios, levando acolhimento e proteção principalmente para mulheres das periferias e regiões mais vulneráveis da cidade.
Segundo integrantes da administração municipal, a meta é clara: fazer com que nenhuma mulher paulistana se sinta sozinha diante da violência, garantindo acesso rápido ao acolhimento, à proteção e à reconstrução de sua dignidade.

