
Gestão Ricardo Nunes obtém vitória no STF e Prefeitura de São Paulo retoma emissão de alvarás para obras e construções
Da Redação da São Paulo TV Broadcasting
A gestão do prefeito Ricardo Nunes conquistou uma importante vitória jurídica no Supremo Tribunal Federal (STF), garantindo a retomada da emissão de alvarás e autorizações para demolições, construções e supressão vegetal na capital paulista. A decisão representa um marco para o setor imobiliário, para a economia da cidade e para a continuidade das políticas públicas de desenvolvimento urbano da maior metrópole da América Latina.

A medida foi determinada pelo presidente do STF, Edson Fachin, que suspendeu os efeitos da liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) que havia interrompido os licenciamentos urbanísticos em todo o município. Com isso, ficam restabelecidos os efeitos da legislação municipal de zoneamento até o julgamento definitivo da ação pelo próprio TJ-SP.
Na avaliação do ministro, a paralisação generalizada dos processos de licenciamento poderia causar graves impactos administrativos, econômicos e urbanísticos para a cidade de São Paulo. Em sua decisão, Fachin destacou que a suspensão das autorizações criava risco concreto de danos sistêmicos de difícil reversão, comprometendo diretamente a política pública de desenvolvimento urbano conduzida pela Prefeitura.
A decisão do STF é vista como estratégica para a manutenção do ritmo de crescimento da cidade, especialmente em um momento de forte expansão de investimentos em infraestrutura, habitação, revitalização urbana e geração de empregos. O setor da construção civil é um dos principais motores da economia paulistana e possui forte impacto na arrecadação municipal, na cadeia produtiva e na criação de oportunidades de trabalho.
A ação que motivou a suspensão dos licenciamentos havia sido apresentada pelo Ministério Público de São Paulo, que questionou a revisão do Plano Diretor aprovada em 2024, alegando supostas falhas no processo de participação popular. No entanto, segundo a Prefeitura, foram realizadas 38 audiências públicas durante a tramitação da revisão do Plano Diretor, abertas à sociedade civil, entidades técnicas, movimentos sociais e órgãos institucionais.
A administração municipal também destacou que o próprio Ministério Público foi formalmente convidado para participar das audiências públicas, mas não compareceu aos encontros realizados ao longo da discussão do projeto.
Nos bastidores do setor imobiliário e urbanístico, a decisão foi recebida como um alívio para incorporadoras, investidores, empresas de engenharia e trabalhadores da construção civil, que vinham alertando para os impactos da insegurança jurídica provocada pela suspensão dos alvarás. A interrupção temporária dos licenciamentos poderia afetar diretamente milhares de empregos e investimentos bilionários em andamento na capital paulista.
A vitória da Prefeitura no STF também reforça o discurso da gestão Ricardo Nunes em defesa da segurança jurídica, da continuidade administrativa e da modernização urbana da cidade. Nos últimos anos, a administração municipal tem apostado em programas de requalificação urbana, expansão habitacional, obras estruturantes, revitalização do Centro e incentivos ao desenvolvimento econômico sustentável.
Especialistas do setor urbanístico avaliam que a decisão do Supremo evita um efeito cascata sobre projetos públicos e privados que dependem diretamente da emissão de licenças municipais para avançar.
A retomada dos alvarás e autorizações deve acelerar novamente obras em diversas regiões da capital, fortalecendo investimentos, ampliando a arrecadação municipal e impulsionando novos projetos habitacionais e comerciais em São Paulo.
Da Redação da São Paulo TV Broadcasting
