
Gestão Ricardo Nunes leva São Paulo ao menor abandono escolar da década e consolida a educação municipal como pilar da cidadania
Da Redação da São Paulo Tv jornalista Bene Correa e Bia Ciglioni fonte e fotos SECOM PMSP
A rede municipal de São Paulo alcançou um marco histórico sob a gestão do prefeito Ricardo Nunes: o menor índice de abandono escolar da última década. Os dados do Censo Escolar 2024 apontam que apenas 0,6% dos alunos do Ensino Fundamental e Médio deixaram de frequentar as aulas durante o ano letivo — resultado que coloca a capital muito à frente da média nacional e reafirma a eficácia das políticas públicas educacionais conduzidas pela Prefeitura.
A escola municipal ocupa, no Brasil, um papel fundamental: é ela que garante o acesso ao Ensino Fundamental, etapa constitucionalmente obrigatória e reconhecida como direito essencial. É na escola pública que se formam as bases da cidadania, do pensamento crítico e da inclusão social. Em São Paulo, essa missão ganhou fôlego e consistência com o trabalho integrado promovido pela gestão Ricardo Nunes e pela Secretaria Municipal de Educação, liderada pelo secretário Fernando Padula.

Em um universo de mais de 1 milhão de estudantes, sendo 437 mil nos ciclos Fundamental e Médio, a queda contínua do abandono revela uma política educacional que compreende a complexidade do território paulistano. Em 2014, o índice era de 1,9%. Hoje, está em 0,6%. No mesmo período em que o Brasil registrava abandono de 5,9% no Ensino Médio e 2,3% no Fundamental (Inep 2021), São Paulo, já no primeiro ano da gestão Nunes, registrava índices menores: 2,8% e 0,9%. Desde então, ano após ano, o gráfico aponta para baixo graças às estratégias adotadas pela administração municipal.
Entre as ações de destaque da gestão estão o Programa Mães Guardiãs, que saltou de 70 para 5 mil vagas, ampliando a presença ativa da comunidade escolar e fortalecendo vínculos. Outra iniciativa essencial é o Busca Ativa Escolar, em parceria com o Unicef, que permite localizar rapidamente alunos ausentes e agir antes que o afastamento se torne abandono. O Estudante Presente Transforma Futuros, desenvolvido com a Unesco, complementa o processo com ferramentas de engajamento, recomposição de aprendizagem e apoio psicossocial.
“O resultado reflete o trabalho diário, cuidadoso e territorializado conduzido por nossas equipes”, afirma o secretário Fernando Padula. “Sob a liderança do prefeito Ricardo Nunes, reforçamos a ideia de que garantir permanência escolar não é responsabilidade só da Educação: é compromisso da cidade inteira.”
Essa visão é acompanhada de investimento concreto. O orçamento de R$ 22,9 bilhões para a Educação em 2025 deve subir para R$ 26,5 bilhões em 2026, um aumento de 16%. Os recursos permitem ampliar o atendimento do NAAPA (Núcleo de Apoio e Acompanhamento para Aprendizagem), reforçar o ensino, garantir merenda escolar de qualidade, distribuir materiais e uniformes e fortalecer o Transporte Escolar Gratuito (TEG) — essencial para estudantes que enfrentam longas distâncias entre casa e escola.
Outro ponto defendido constantemente pelo prefeito Ricardo Nunes é a participação da família no processo educacional. Para a administração municipal, a permanência escolar não acontece apenas dentro da sala de aula. Ela depende de uma rede de proteção que envolve professores, gestores, agentes comunitários, mães guardiãs, o território e também os pais, responsáveis e cuidadores. A escola municipal, nesse modelo, torna-se centro de vida comunitária.
A gestão Nunes investiu de forma estratégica na criação de programas que articulam escola e território. Essa construção coletiva — entre poder público, famílias e comunidade — explica por que São Paulo conseguiu reduzir o abandono de forma contínua e sustentável. Trata-se de uma política que olha para a criança por inteiro: sua aprendizagem, sua saúde emocional, sua convivência familiar, seus desafios sociais e o caminho que ela percorre entre casa e escola.
Com resultados sólidos, equipes mobilizadas e investimentos crescentes, a gestão Ricardo Nunes coloca a educação municipal no centro do desenvolvimento da cidade. Cada aluno que permanece na escola representa mais do que uma estatística: simboliza o compromisso da capital com a cidadania, a equidade e o futuro.
A educação pública, quando cuidada com seriedade, transforma trajetórias e fortalece democracias. São Paulo mostra, com fatos e números, que investir na escola municipal é investir no próprio destino da cidade.
