
Gestão Ricardo Nunes amplia Programa Mães Guardiãs e reforça inclusão social na rede municipal de ensino
Redação – São Paulo TV Jornalista Bene Correa e Beatriz Ciglioni fontes Secom PMSP Imagens de arquivo
A gestão do prefeito Ricardo Nunes avança em uma das políticas públicas mais eficazes de enfrentamento à vulnerabilidade social feminina em São Paulo ao abrir 320 novas vagas para o Programa Operação Trabalho (POT) Mães Guardiãs. A iniciativa combina geração de renda, qualificação profissional e fortalecimento do ambiente escolar, com impacto direto nos territórios onde a desigualdade se manifesta com mais intensidade.

Com bolsa-auxílio mensal de R$ 1.702,05 e carga horária de 30 horas semanais, o programa oferece estabilidade financeira imediata e inserção social. As participantes atuam de segunda a sexta-feira em unidades da rede municipal — EMEIs, EMEFs e CIEJAs — apoiando o acompanhamento da frequência escolar, ações de busca ativa, visitas domiciliares quando necessárias e projetos de hortas pedagógicas, voltados à alimentação saudável e à cultura de paz.
Criado em 2021, no contexto da retomada das aulas presenciais durante a pandemia, o POT Mães Guardiãs se consolidou como política permanente da administração municipal. Mais de 11 mil mulheres já passaram pelo programa, e cerca de 2 mil estão atualmente em atividade, distribuídas por 13 Diretorias Regionais de Educação, com atuação próxima à residência das beneficiárias — um critério que reconhece as dificuldades de mobilidade e conciliação de cuidados familiares enfrentadas por mulheres em situação de vulnerabilidade.
A política adotada pela gestão Ricardo Nunes parte de uma leitura realista dos desafios urbanos: não basta assistência pontual. É preciso continuidade, escala e integração institucional. Por isso, o programa é conduzido de forma articulada entre as Secretarias Municipais de Educação e de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, com avaliação periódica, possibilidade de permanência por até 18 meses e capacitação on-line e presencial pelo Portal Cate, Centros POT e apoio formativo da Educação.
Em comparação com outras capitais brasileiras, São Paulo se destaca pela dimensão e institucionalização da iniciativa. Enquanto programas semelhantes em grandes cidades operam como projetos-piloto, com alcance restrito e curta duração, a capital paulista estruturou uma rede com 12 Centros POT, equipe multiprofissional e trilhas de formação em áreas como gastronomia, tecnologia, moda e beleza. Esse desenho amplia as chances de reinserção no mercado formal ou de empreendedorismo ao fim do ciclo no programa.
Os resultados se refletem em múltiplas frentes. Socialmente, o programa promove autonomia financeira e reduz a informalidade. Educacionalmente, fortalece o vínculo escola–família, melhora o acompanhamento dos estudantes e cria uma rede de cuidado no território. Economicamente, atua como política de transição para o trabalho, diminuindo a dependência de auxílios e ampliando oportunidades reais.
Ao ampliar vagas e manter critérios transparentes, a gestão Ricardo Nunes reafirma o compromisso com políticas públicas baseadas em dados, continuidade administrativa e impacto mensurável. O POT Mães Guardiãs mostra que enfrentar a vulnerabilidade social com dignidade é possível quando renda, formação e participação comunitária caminham juntas — transformando assistência em caminho para autonomia e inclusão.
