
Gestão Nunes antecipa o futuro de São Paulo com o maior plano de investimentos e participação popular da história
Da Redação da São Paulo Tv Fim de Semana Bene Correa e Bia Ciglioni Fotos e fonte SECOM Prefeitura SP

São Paulo está entrando em um novo ciclo de planejamento com um movimento raro na administração pública brasileira: a antecipação de ações, investimentos e diretrizes de governo antes mesmo do início do mandato seguinte. A entrega simultânea do Programa de Metas 2025-2028, do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 e do Plano Plurianual 2026-2029 (PPA) à Câmara Municipal marca o momento em que a gestão Ricardo Nunes institucionaliza uma visão de cidade baseada em planejamento de longo prazo, participação popular e execução antecipada de políticas públicas. No total, os instrumentos projetam mais de R$ 583 bilhões em investimentos nos próximos quatro anos, com R$ 135,4 bilhões previstos apenas para 2026, o maior orçamento municipal da história de São Paulo.

O Programa de Metas, que reúne as prioridades do governo para os próximos anos, foi construído com inédito envolvimento da população: 36 audiências públicas híbridas, mais de 6.300 propostas e 31 mil interações digitais, resultando na incorporação de seis novas metas às 126 iniciais, totalizando 132 metas distribuídas em quatro eixos estratégicos e R$ 57 bilhões em investimentos. A população pediu mais esporte, sustentabilidade, mobilidade, desburocratização, arrecadação e descentralização, e tudo foi incorporado no texto final. Entre os destaques, estão a ampliação em 50% do Bolsa Atleta Rei Pelé, a substituição de 100% da frota de caminhões de lixo por veículos movidos a gás ou biometano, o início das obras do Bonde São Paulo (VLT ambientalmente sustentável), a criação de comitês de governo local nas 32 subprefeituras, a meta de arrecadar R$ 9 bilhões em dívida ativa e a desburocratização do licenciamento edilício. A criação do Parque Joia, no Butantã — reivindicação de décadas — também foi incluída no plano, que prevê a entrega de oito novos parques.

Os temas priorizados pela sociedade refletem exatamente as linhas de atuação que a gestão Nunes já vem executando: fortalecimento da saúde, ampliação de serviços, mobilidade sustentável, geração de empregos, inovação e políticas sociais. O destaque é que muitas dessas metas já estão em andamento antes mesmo do início oficial do ciclo 2025-2028 — demonstrando a estratégia de antecipação de governo. O prefeito reforça que o Programa de Metas é mais do que uma carta de intenções: é um plano com acompanhamento e monitoramento permanente.
Essa antecipação também fica clara no Projeto de Lei Orçamentária de 2026, que chega a R$ 135,4 bilhões, com R$ 18,9 bilhões em investimentos, o maior volume da história da cidade. São Paulo só pode investir nesse nível porque mantém equilíbrio fiscal e capacidade de crédito, garantindo mais de R$ 7,2 bilhões em operações financeiras com ratings elevados. O orçamento por área mostra crescimento expressivo e revela prioridades concretas. A saúde, por exemplo, salta de R$ 22 bilhões para R$ 24,6 bilhões, chegando a quase 85% do custeio do SUS bancado pela própria Prefeitura, enquanto a União arca com apenas 15%. A expansão da rede, a construção de novos equipamentos e a política de valorização de profissionais sustentam o aumento.

Na educação, o salto é ainda maior: 16% de aumento, passando de R$ 22,9 bilhões para R$ 26,5 bilhões em 2026. Dois terços do orçamento são recursos próprios, e cerca de 30% vêm do Fundeb — ou seja, a cidade investe mais do que o mínimo constitucional e amplia a estrutura da educação básica, creches e formação docente. A segurança urbana também ganha protagonismo com um aumento de 26% no orçamento da pasta, garantindo a expansão do Smart Sampa, sistema de monitoramento por câmeras com inteligência artificial que tem sido premiado e reconhecido nacionalmente, além do reforço da GCM e ações integradas com as polícias estaduais.
As Subprefeituras e Secretarias de Subprefeituras terão aumentos de 50% e 19% nos orçamentos, respectivamente, totalizando R$ 6,7 bilhões para manutenção urbana, zeladoria e descentralização administrativa — uma resposta às demandas locais e ao modelo de governança de território. A Secretaria da Pessoa com Deficiência crescerá 43%, após a inauguração do primeiro Centro TEA da Zona Norte e com a meta de mais três unidades especializadas nos próximos quatro anos. A Secretaria do Verde e Meio Ambiente terá aumento de 38% para acelerar a criação de parques, reflorestamento, áreas de preservação e o fortalecimento das políticas climáticas.

Na Assistência Social, o orçamento chega a R$ 2,7 bilhões, com destaque para mais de R$ 800 milhões direcionados ao atendimento da população em situação de rua — uma das maiores crises urbanas contemporâneas. Além disso, as políticas de segurança alimentar e subsistência terão aumento de 30%, chegando a R$ 397 milhões. Esses números mostram a expansão da rede de proteção social e a atenção à população mais vulnerável.
Se o Programa de Metas define o que será feito, e a LOA mostra quanto será investido, o Plano Plurianual (PPA 2026-2029) mostra como São Paulo vai se preparar para o futuro, integrando as políticas públicas ao Plano Diretor, aos planos setoriais e à visão de cidade sustentável. O PPA projeta R$ 583,7 bilhões em quatro anos, 66% a mais que o PPA anterior (2022-2025), o que revela a solidez financeira e a ambição do planejamento. Organizado em 31 programas e 3 eixos estruturantes — Desenvolvimento e Inclusão Social; Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico; Sustentabilidade e Meio Ambiente — o plano prioriza a integração de políticas e a continuidade de projetos estruturantes.

A grande inovação é o Orçamento Climático, que destinará R$ 122,2 bilhões no quadriênio para ações de mitigação, adaptação e mensuração de resultados ambientais. Trata-se de uma mudança de paradigma: não é apenas separar recursos para o meio ambiente, mas integrar indicadores e metas de sustentabilidade em toda a máquina pública. O PPA projeta R$ 135,45 bilhões em 2026; R$ 143,65 bilhões em 2027; R$ 151,11 bilhões em 2028; e R$ 153,57 bilhões em 2029, com possibilidade de ajustes conforme receitas e as necessidades da megalópole.
Com metas claras, recursos garantidos e investimentos recordes, a gestão Ricardo Nunes mostra que governa por planejamento e execução antecipada. Muitas das ações previstas para os próximos anos — como os Centros TEA, o Smart Sampa, novos parques, o Bonde São Paulo, a desburocratização de licenças, programas habitacionais, regularização fundiária e ampliação da rede de saúde — já estão em andamento antes mesmo da aprovação final dos projetos pela Câmara. Em vez de esperar o próximo ciclo administrativo, a gestão já constrói agora a cidade planejada que São Paulo precisa para os próximos anos.
Transparente no processo, técnica na formulação e ousada nos investimentos, a administração municipal coloca a capital no caminho de um planejamento de longo prazo com participação da sociedade, segurança fiscal e visão de futuro. O Programa de Metas, a LOA 2026 e o PPA 2026-2029 traduzem uma mensagem objetiva: São Paulo não improvisa. São Paulo planeja, executa e se antecipa. E é justamente essa capacidade de transformar planejamento em entrega que torna a gestão Nunes uma das mais estruturadas da história da cidade.
