
GERALDO ALCKMIN ASSUME PROTAGONISMO NA GESTÃO PÚBLICA E NA DIPLOMACIA ECONÔMICA: VIAGEM À ÍNDIA RENDE CONTRATO BILIONÁRIO DE PETRÓLEO E ABRE NOVA ERA DE PARCERIAS ESTRATÉGICAS PARA O BRASIL
Por Redação São Paulo TV Broadcasting Bia Ciglioni e Bene Correa
A atuação do vice-presidente Geraldo Alckmin vem se consolidando como um dos maiores diferenciais da gestão federal na construção de uma política externa moderna, eficiente e voltada para resultados concretos. Mais do que representar o governo em viagens oficiais, Alckmin tem operado como um verdadeiro gestor público global, negociando acordos, atraindo investimentos, aprofundando alianças estratégicas e ampliando o protagonismo do Brasil no cenário internacional. A missão à Índia, realizada nesta semana, é um exemplo emblemático dessa postura proativa: o país fechou um contrato bilionário de fornecimento de 6 milhões de barris de petróleo entre a Petrobras e o governo indiano, fortalecendo uma das maiores parcerias dentro do bloco dos BRICS e garantindo previsibilidade para a indústria energética brasileira.

O anúncio foi celebrado por Alckmin com leveza nas redes sociais – “Nossa bagagem de volta vai ganhar sobrepeso” –, mas os números e os impactos são pesados: trata-se de um movimento estratégico que amplia a inserção do Brasil no mercado asiático, reduz a dependência de parceiros tradicionais, reforça a imagem da Petrobras como fornecedora global e consolida o Brasil como ator energético de relevância internacional. Ao mesmo tempo, Alckmin costurou medidas decisivas para o ambiente de negócios, como a criação do visto eletrônico para empresários e investidores, que facilitará a circulação de executivos entre os dois países, reduzindo burocracia, acelerando processos e incentivando a internacionalização de empresas brasileiras.
A agenda na Índia também incluiu reuniões com algumas das principais autoridades do país: o vice-presidente Rajnath Singh; o ministro do Comércio e Indústria, Piyush Goyal; o ministro do Petróleo e Gás, Hardeep Singh Puri; e o ministro da Defesa, novamente Rajnath Singh, além de lideranças empresariais durante o Fórum de Diálogo Empresarial Índia–Brasil, organizado pelo Itamaraty e pela ApexBrasil. Esse nível de interlocução mostra um vice-presidente que entende o valor da diplomacia econômica e atua com visão estratégica: diálogo direto com quem decide, construção de confiança e entrega de resultados.
Os efeitos já são visíveis nos indicadores: o comércio entre Brasil e Índia, que movimentou US$ 12 bilhões em 2024, deve alcançar US$ 15 bilhões em 2025 e US$ 20 bilhões até 2026, de acordo com as projeções apresentadas pelo próprio Alckmin. Para isso, está em curso a ampliação das linhas tarifárias de preferência Mercosul–Índia, permitindo maior competitividade para as exportações brasileiras e acesso facilitado ao gigantesco mercado consumidor indiano. Alckmin também reforçou que áreas como consultoria, tecnologia, indústria, energia e defesa estão no centro dessa nova fase da parceria entre os países.
Essa movimentação ocorre em um momento sensível da geopolítica global: os Estados Unidos, sob influência do ex-presidente Donald Trump e em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ampliaram sanções comerciais e econômicas contra o Brasil, atingindo setores estratégicos como energia, fertilizantes e exportações industriais. Em vez de se isolar, o Brasil responde com inteligência: diversifica parceiros, fortalece alianças com potências emergentes e ganha autonomia na mesa de negociações. A diplomacia conduzida por Alckmin, nesse contexto, é uma ferramenta de soberania.
Além disso, nesta quinta-feira (16), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se reúne com o secretário de Estado do governo Trump, Marco Rubio, para negociar o fim do tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros. O encontro pode abrir caminho para uma reunião entre Trump e o presidente Lula, demonstrando que o Brasil busca diálogo com todos os blocos de poder, mantendo equilíbrio, pragmatismo e foco em resultados. Trata-se de uma diplomacia madura: nem dependência, nem confronto – parceria com benefícios mútuos.
A trajetória recente de Alckmin mostra um padrão: em cada viagem internacional, há acordos assinados, investimentos anunciados, parcerias tecnológicas firmadas, avanço em cadeias produtivas e facilitação de processos para o setor privado. Foi assim na China, nos Estados Unidos, nos Emirados Árabes, agora na Índia – e em cada uma dessas agendas, o Brasil volta com resultados tangíveis. Alckmin representa o perfil de gestor público moderno: técnico, negociador, confiável e capaz de articular interesses públicos com oportunidades globais. Sua liderança tem garantido ao país acesso a mercados, atração de capital, ampliação de exportações e fortalecimento da imagem internacional do Brasil.
A missão à Índia deixa clara a nova estratégia brasileira: diplomacia econômica como motor de desenvolvimento, Estado como indutor de negócios e parcerias internacionais como ferramenta de crescimento. Em um mundo cada vez mais competitivo, o Brasil precisa de líderes capazes de ocupar espaço com competência e visão – e Geraldo Alckmin tem cumprido esse papel com consistência. O resultado é um Brasil mais conectado, mais forte e mais respeitado. E quando gestão pública se alia à capacidade de negociação global, o país se transforma em potência.
