
Administração Nunes e Secretaria Municipal de Urbanismo aceleram transformação histórica: São Paulo tem 1,7 mil obras simultâneas e quase 10 mil entregues em cinco anos
Da Redação da São Paulo Tv

A administração do prefeito Ricardo Nunes, em conjunto com a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, conduz um dos mais amplos ciclos de investimentos em infraestrutura da história recente da capital paulista. São 1.748 obras em execução simultânea em todas as regiões da cidade, sustentadas por um orçamento recorde de R$ 14 bilhões destinados ao urbanismo em 2026 — valor 43,4% superior ao aplicado no ano anterior e equivalente a 10,2% de todo o orçamento municipal.
Desde 2021, quase 10 mil obras já foram entregues à população. O número impressiona não apenas pelo volume, mas pela capilaridade: são intervenções estruturantes e também ações de manutenção, drenagem, pavimentação, habitação, mobilidade e implantação de equipamentos públicos que alcançam bairros centrais, periferias e áreas historicamente vulneráveis.

Entre os projetos estruturantes está o BRT Radial Leste, com quase 10 quilômetros de extensão e integração ao sistema metroviário, ampliando a capacidade de transporte e reduzindo o tempo de deslocamento de milhares de usuários. A ligação Pirituba–Lapa, com novas pontes sobre o Rio Tietê, promete reduzir em até 36 minutos o trajeto entre terminais, beneficiando cerca de 78 mil passageiros por dia. No extremo sul, a conexão Graúna–Gaivotas avança para facilitar o deslocamento de aproximadamente 1 milhão de moradores. Também integra esse pacote o prolongamento da Avenida Chucri Zaidan, com a construção do Túnel Cecília Lottenberg, conectando a região à Avenida João Dias e reorganizando o fluxo viário na zona sul.
A resiliência climática tornou-se eixo central da política urbana. No Campo Limpo, o Reservatório Morro do S está em execução para reduzir áreas inundáveis e mitigar impactos das chuvas intensas. Na Zona Leste, o Reservatório Lapenna e a canalização do Córrego Rodeio reforçam o sistema de drenagem em São Miguel Paulista e Cidade Tiradentes, beneficiando diretamente cerca de 24 mil moradores, com entregas previstas ainda para o primeiro semestre de 2026. Em uma cidade que convive historicamente com enchentes e eventos climáticos extremos, o investimento em drenagem deixa de ser ação emergencial e passa a ser política de Estado.

Na habitação, a gestão integra moradia com infraestrutura urbana e serviços públicos. O conjunto habitacional Novo Brasil, na Capela do Socorro, prevê 2.711 unidades — 557 já neste início de ano e as demais até 2027 — atendendo cerca de 10 mil pessoas. O projeto inclui UBS, dois CEIs, unidade do Armazém Solidário e a entrega do CEU Padre Chicão, ampliando o conceito de moradia para um modelo de bairro estruturado.
O Programa Pode Entrar reforça essa diretriz, com a previsão de mais de 7 mil moradias a partir de março, distribuídas em diferentes regiões, incluindo empreendimentos como o Residencial Bresser VI, na Mooca, Perus e a primeira fase do Reserva Raposo. Somados, esses investimentos superam R$ 1,5 bilhão.
A requalificação urbana também alcança territórios historicamente vulneráveis, como o Parque das Flores, em São Rafael, Zona Leste. Com investimento de R$ 250,4 milhões e 80% de execução, o projeto beneficia mais de 5,2 mil famílias com obras de saneamento, pavimentação e canalização de córregos, com entregas previstas por etapas até 2028.

O conjunto dessas 1.748 frentes de trabalho revela uma estratégia de investimento contínuo, planejado e distribuído por toda a capital. Mobilidade, prevenção de enchentes, habitação, equipamentos públicos e requalificação urbana deixam de ser iniciativas isoladas e passam a compor um desenho integrado de cidade. A gestão municipal aposta na infraestrutura como vetor de desenvolvimento, inclusão social e melhoria concreta da qualidade de vida.
São Paulo vive, assim, um ciclo de transformação urbana sustentado por planejamento, escala e capacidade de execução — um movimento que redesenha o território e redefine o padrão de investimentos públicos na maior metrópole da América Latina.
