
A Grande Virada Urbana: como Ricardo Nunes está transformando saúde, habitação e cidadania na maior cidade do país
Reportagens especial da São Paulo Tv
A cidade de São Paulo vive, em 2025, um dos ciclos mais consistentes de investimento em saúde, habitação e cidadania desde a redemocratização. A gestão do prefeito Ricardo Nunes acelera entregas, inaugura equipamentos, amplia cobertura de serviços e promove ações estruturantes que começam a alterar, de forma visível, a dinâmica urbana em regiões historicamente marcadas pela desigualdade. A Zona Sul, especialmente Capela do Socorro e Grajaú, concentra parte expressiva dessas transformações. A agenda desta sexta-feira sintetiza esse movimento: uma nova UBS que entra em operação, uma UPA que avança para sua fase final, conjuntos habitacionais que ampliam sua capacidade e novas escrituras que regularizam bairros consolidados. São ações que, somadas, ajudam a explicar por que São Paulo vive o maior avanço estrutural dos últimos anos.

A saúde é uma das áreas onde a mudança é mais perceptível. Desde 2021, a Prefeitura entregou mais de 100 novos equipamentos, incorporou 345 equipes de Saúde da Família e digitalizou quase toda a rede básica, com 96% das UBSs utilizando prontuário eletrônico. Esses dados colocam a capital em posição de destaque entre grandes metrópoles latino-americanas. A inauguração da UBS Jardim Kioto, prevista para esta manhã, amplia a capacidade de atendimento em uma região onde vivem cerca de 25 mil pessoas. A unidade reforça a atenção primária, que responde pela maior parte da demanda cotidiana de saúde, reduzindo filas, agilizando diagnósticos e aproximando serviços do território. A visita às obras da UPA Grajaú, no início da tarde, mostra o avanço de um equipamento considerado prioritário para uma região com quase 400 mil habitantes. A unidade terá capacidade estimada entre 350 e 450 atendimentos diários e deve reequilibrar o fluxo de urgências na zona sul, historicamente pressionado por superlotação.

No campo da habitação, a cidade vive um ritmo sem precedentes. A política habitacional da gestão Nunes atingiu uma marca inédita: mais de 100 mil unidades previstas no ciclo entre moradias entregues, em obra e contratadas. O Conjunto Habitacional Novo Brasil, que será vistoriado nesta tarde, resume essa estratégia. O complexo reúne cerca de 2 mil unidades e inclui um CEU, UBS, CEI, Armazém Solidário e obras ambientais, formando um polo de serviços que altera o padrão de urbanização da região. No Grajaú, a entrega de 25 unidades do Conjunto Alto da Alegria reforça a política de reassentamento seguro. A substituição de moradias em áreas de risco por unidades formais reduz vulnerabilidades e melhora a qualidade de vida em regiões com histórico de tragédias ambientais.

A regularização fundiária é outro pilar decisivo. Com o programa Escritura na Mão, São Paulo ultrapassou 60 mil títulos de propriedade entregues desde 2021, incluindo mais de 10,7 mil apenas em 2025. A entrega prevista para hoje no CEU Vila Rubi simboliza uma das políticas mais transformadoras da atual gestão. A regularização garante segurança jurídica, valoriza imóveis, organiza o território e permite investimentos públicos permanentes. Em muitos bairros, ela é o primeiro passo para romper ciclos de informalidade que atravessaram gerações.

As políticas de segurança alimentar também se expandiram com a ampliação dos Armazéns Solidários, que integram o conjunto de ações voltadas à redução de desigualdades. Na Zona Sul, essa integração é visível: saúde, moradia, educação, assistência social, drenagem e abastecimento se sobrepõem em territórios que, por muito tempo, conviveram com baixa presença do Estado. O resultado é um redesenho urbano que vai muito além das obras físicas. Ele atinge o cotidiano, reorganiza fluxos, aumenta a proteção social e fortalece a sensação de pertencimento.
O impacto final dessa agenda é claro: São Paulo vive um processo de reorganização estrutural. A entrega de uma UBS, o avanço de uma UPA, a construção de milhares de moradias e a distribuição de escrituras formam um mosaico de intervenções que reforçam a presença pública em áreas vulneráveis. A chamada virada urbana é resultado de planejamento, investimento contínuo e ocupação efetiva do território. A gestão Ricardo Nunes trata saúde, habitação e cidadania não como políticas isoladas, mas como pilares de um projeto de cidade que aposta na redução de desigualdades e na reconstrução de uma metrópole mais equilibrada, mais segura e mais integrada.

