
Ricardo Nunes amplia investimentos na saúde de São Paulo, e secretário Luiz Carlos Zamarco apresenta avanços, resultados e desafios da rede municipal
Série Especial — Secretários da Nossa Cidade de São Paulo
Com 485 UBSs, expansão para 35 UPAs, investimentos de R$ 1,9 bilhão em hospitais e novas tecnologias de atendimento, Secretaria Municipal da Saúde apresenta à São Paulo TV Broadcasting os resultados e as prioridades da gestão municipal.
Uma cidade de milhões de vidas. Uma rede de saúde que precisa estar presente em cada uma delas.
Em uma metrópole da dimensão de São Paulo, a saúde pública se revela nos momentos mais importantes da vida de seus moradores. Está no nascimento de uma criança, na consulta de uma família, no atendimento de emergência que precisa acontecer em poucos minutos e no acompanhamento de quem enfrenta uma doença crônica. Está, sobretudo, no compromisso de garantir que o cidadão encontre acolhimento e assistência quando mais precisa.
Administrar essa estrutura exige muito mais do que construir hospitais ou inaugurar unidades. É necessário integrar profissionais, equipamentos, tecnologia, prevenção e políticas públicas capazes de responder às diferentes realidades de uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes.
Na gestão do prefeito Ricardo Nunes, a Prefeitura de São Paulo vem desenvolvendo um amplo processo de expansão e modernização dos serviços municipais de saúde. Segundo informações apresentadas pela Secretaria Municipal da Saúde, a rede conta com 485 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), está em processo de expansão para 35 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e reúne 105 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
Os investimentos também alcançam os hospitais municipais. Atualmente, nove unidades hospitalares passam por obras, com previsão de R$ 1,9 bilhão em investimentos e criação de 1.572 novos leitos, conforme os dados encaminhados pela Secretaria.
Mas os desafios da saúde pública não se medem apenas pela quantidade de equipamentos. A qualidade do atendimento, a prevenção de doenças, o cuidado com os idosos, a saúde mental e a rapidez no atendimento de emergências também fazem parte dessa transformação.
É nesse contexto que a São Paulo TV Broadcasting apresenta mais uma edição de sua série jornalística especial “Secretários da Nossa Cidade de São Paulo”, iniciativa dedicada a aproximar a população dos responsáveis pelas principais áreas da administração municipal.
Nesta edição, o destaque é a Secretaria Municipal da Saúde, conduzida pelo médico Luiz Carlos Zamarco.

Luiz Carlos Zamarco: da medicina ao desafio de administrar a saúde pública paulistana
A trajetória de Luiz Carlos Zamarco está ligada à medicina e à gestão de serviços de saúde.
Formado em Medicina em 1985, Zamarco construiu sua experiência profissional com atuação nas áreas de pediatria e neonatologia, além de assumir responsabilidades na administração hospitalar e na gestão pública.
Ao longo de sua carreira, reuniu experiências relacionadas ao atendimento médico, à direção de serviços hospitalares e à organização da assistência à população.
Essa vivência constitui parte importante de sua atuação à frente da Secretaria Municipal da Saúde, pasta responsável por coordenar uma das maiores redes públicas municipais do país.
A biografia profissional do secretário está disponível na página oficial da Prefeitura de São Paulo.
Nesta entrevista especial, a Secretaria Municipal da Saúde apresenta informações sobre a ampliação da rede, as novas unidades, o atendimento ao infarto e ao acidente vascular cerebral (AVC), a telemedicina, a prevenção ao HIV, a vacinação, o envelhecimento da população, a saúde mental e os investimentos previstos para os próximos anos.
A seguir, a íntegra das perguntas e das respostas sugeridas encaminhadas pela assessoria da Secretaria Municipal da Saúde à São Paulo TV Broadcasting.

ENTREVISTA ESPECIAL — LUIZ CARLOS ZAMARCO
Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo
1. A rede municipal de saúde vem passando por uma forte expansão. São Paulo chegará a 35 UPAs e conta hoje com 485 UBSs. Qual é a importância de ampliar essa estrutura para garantir o acesso da população?
A expansão da rede é uma prioridade da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), porque São Paulo é uma cidade dinâmica, com regiões que crescem e apresentam necessidades diferentes. Desde 2016, a rede passou de 451 para 485 UBSs, de três para 35 UPAs e de 83 para 105 CAPS. É uma estratégia que combina expansão da estrutura física com fortalecimento das equipes e qualificação dos serviços, para que a população tenha atendimento cada vez mais próximo de onde vive.
2. A entrega da UPA Anhanguera e da UBS Jardim Rosinha é um exemplo dessa política de expansão. O que esses dois equipamentos representam para a população de Perus e Anhanguera?
São entregas bastante significativas para uma região que tem características territoriais específicas e dificuldades de acesso provocadas, entre outros fatores, pelas barreiras geográficas. A nova UBS foi planejada para atender uma população estimada de 16 mil pessoas, com capacidade para cerca de 5.900 atendimentos mensais. Já a UPA tem capacidade estimada de 15 mil atendimentos por mês e funcionamento 24 horas. Estamos, portanto, ampliando simultaneamente a atenção básica e a porta de urgência e emergência, fortalecendo toda a assistência no território e o compromisso da Prefeitura com a ampliação do acesso à saúde.
3. A região de Perus vem recebendo uma série de investimentos. Como essa entrega se insere no processo de transformação da rede local?
A entrega da UPA Anhanguera e da UBS Jardim Rosinha faz parte de um movimento mais amplo da Prefeitura e da SMS para fortalecer a rede municipal de saúde. Desde 2021, a região recebe novos equipamentos, novas instalações e reformas. Foram entregues quatro novos equipamentos, quatro novas instalações e três unidades reformadas. Também temos uma nova UBS em andamento, a Recanto dos Humildes. Isso mostra que o investimento não está concentrado em uma única unidade, mas faz parte de um planejamento para fortalecer toda a rede do território.
4. A expansão não está restrita às unidades que já foram entregues. Quais são os próximos passos da Secretaria em relação à ampliação da rede?
Temos uma agenda robusta de novas entregas. Atualmente, são 11 UPAs em obras e 15 UBSs em obras, entre novas unidades e novas instalações. Isso demonstra que é um processo de expansão contínua em diferentes regiões da cidade. A Prefeitura de São Paulo, por meio da SMS, tem como objetivo acompanhar o crescimento e as necessidades da população, levando novos serviços para os territórios e, ao mesmo tempo, qualificando as unidades que já existem.
5. A ampliação da estrutura física vem acompanhada do fortalecimento da atenção básica. O que representa chegar a 1.753 equipes de Saúde da Família na cidade?
A atenção básica é a porta de entrada e uma das principais estratégias para garantir um cuidado contínuo. Desde 2021, foram implantadas 162 novas equipes de Saúde da Família, chegando a 1.753 equipes em setembro deste ano. Isso significa ampliar a presença dos profissionais nos territórios, acompanhar as famílias de forma mais próxima e atuar também na prevenção e no diagnóstico precoce. Não basta somente construir equipamentos; precisamos ter equipes preparadas para cuidar da população.

6. Um dos avanços recentes da SMS está na organização das linhas de cuidado. O que muda para o paciente quando a rede passa a trabalhar de maneira mais integrada?
A integração permite organizar o percurso do paciente, desde a identificação dos primeiros sinais até o diagnóstico, o tratamento e a reabilitação, garantindo mais agilidade e melhores condições de atendimento. Nos casos de infarto, esse trabalho contribuiu para reduzir o índice de mortalidade de 30% para 4% na rede municipal. Já no atendimento ao AVC, o número de trombólises passou de 425 em 2023 para 754 em 2025. São resultados que demonstram como a atuação coordenada dos serviços, aliada à capacitação das equipes e à rapidez no atendimento, pode salvar vidas e reduzir sequelas.
7. No caso do AVC, a linha de cuidado já alcançou todas as regiões da cidade. Quais resultados essa estratégia vem produzindo?
O AVC exige uma resposta rápida e coordenada. A Linha de Cuidado do AVC 360 já alcançou as seis regiões da cidade, envolvendo UPAs, hospitais, Samu, diagnóstico, telemedicina e reabilitação. A rede passou de 425 trombólises em 2023 para 754 em 2025, e foram 414 procedimentos realizados entre janeiro e julho de 2026. Também contamos com o Telestroke, que permite discutir casos suspeitos com especialistas e apoiar as equipes na tomada de decisão.
8. A linha de cuidado do infarto também apresenta resultados expressivos. O que está por trás da redução da mortalidade dos pacientes atendidos na rede municipal?
O principal fator é a organização da assistência. Em casos de infarto, tempo significa vida. Com o protocolo implantado na rede, conseguimos reduzir a mortalidade de 30% para 4%. O diagnóstico pode ser realizado, em média, em 10 minutos, e o tratamento iniciado em cerca de 30 minutos. É resultado de protocolos bem definidos, equipes capacitadas e integração entre os diferentes pontos da rede municipal de saúde.
9. A tecnologia também passou a ser uma ferramenta importante para ampliar o acesso. Como funciona o Saúde Digital SP e qual é o papel da telemedicina na rede municipal?
A tecnologia deve facilitar o acesso e complementar a oferta de serviços de forma mais ágil, e o atendimento presencial sempre estará disponível quando ele for necessário. A SMS desenvolve essa estratégia por meio do Saúde Digital SP, que oferece atendimento remoto 24 horas para casos de baixa gravidade e também permite o acompanhamento de pacientes declarados ou com diagnóstico de hipertensão, diabetes e obesidade. É uma ferramenta que ajuda a ampliar o acesso, reduzir deslocamentos desnecessários e dar continuidade ao cuidado.
10. A Secretaria também vem ampliando as ações de prevenção. Como a Saúde está se preparando para desafios como as mudanças climáticas?
As mudanças climáticas já têm impacto direto sobre a saúde e exigem uma atuação preventiva. A SMS trabalha integrada a outras áreas da Prefeitura de São Paulo em protocolos para períodos de calor extremo, chuvas e eventos climáticos. Também realizamos ações permanentes de vigilância e combate às arboviroses. Em 2026, até setembro, foram realizadas 6,4 milhões de ações, entre visitas domiciliares, controle de criadouros, bloqueios, nebulização e aplicação de larvicida. O cuidado é ampliado com a utilização de drones em áreas de difícil acesso. A prevenção precisa acontecer antes que o problema chegue ao serviço de saúde.
11. A prevenção ao HIV também ganhou novas ferramentas, como as máquinas de disponibilização de PrEP, PEP e autotestes. Como essa estratégia amplia o acesso?
A prevenção ao HIV chega cada vez mais perto das pessoas na cidade de São Paulo, com estratégias que ampliam o acesso e propiciam mais autonomia para as pessoas. A capital já conta com seis máquinas automáticas, instaladas em estações de metrô, para retirada gratuita das profilaxias pré e pós-exposição ao HIV (PrEP e PEP) e de kits de autoteste, após teleconsulta pelo canal SPrEP – PrEP e PEP online, disponível no aplicativo e-saúdeSP todos os dias, das 18h às 22h, inclusive aos finais e semana e feriados. Há ainda cinco armários automáticos para retirada do autoteste de HIV e de outros insumos de prevenção. A cidade também conta com a Estação Prevenção – Jorge Beloqui, localizada na estação República do metrô (Linha 3 – Vermelha), que funciona de terça a sábado, das 17h às 23h, além de displays para retirada de preservativos em todas as estações de metrô e terminais de ônibus. Em outubro deste ano, a cidade alcançou cerca de 95 mil pessoas cadastradas para uso da PrEP.
Essas iniciativas fazem parte de uma política de prevenção reconhecida nacional e internacionalmente. A Secretaria Municipal da Saúde participou da 26ª Conferência Internacional sobre Aids (AIDS 2026). Durante o evento, a Coordenadoria de IST/Aids apresentou ao mundo estratégias inovadoras de prevenção, com destaque para a Máquina Automática de PrEP e PEP, tecnologia sem precedentes que permite a retirada autônoma das profilaxias após teleconsulta. O modelo recebeu o Prêmio de Ciência da Implementação da AIDS 2026 para Prevenção do HIV.
A capital registra queda nas novas infecções por HIV pelo nono ano consecutivo, resultado que reforça a importância de combinar tecnologia, ampliação do acesso e ações de prevenção nos territórios. Segundo o último Boletim Epidemiológico de HIV/Aids, os casos de novas infecções na cidade caíram cerca de 56% entre 2016 e 2025, passando de 3.716 para 1.662. A redução foi ainda mais expressiva entre jovens de 15 a 29 anos, faixa etária em que chegou a 59% no mesmo período.
12. A vacinação continua sendo uma das principais ferramentas de prevenção. Como a SMS trabalha para manter a população protegida?
A vacinação é uma política permanente da Prefeitura de São Paulo, executada pela SMS. Nosso trabalho envolve disponibilizar as vacinas e também identificar pessoas com esquemas vacinais incompletos, facilitar o acesso e intensificar as ações quando necessário. Temos observado avanços importantes em diferentes coberturas vacinais e mantemos estratégias específicas para ampliar a proteção de crianças, adultos e idosos. A prevenção começa antes do adoecimento, e a vacinação é uma das ferramentas mais eficientes que temos para isso.
13. O envelhecimento da população exige uma mudança na forma de pensar o cuidado. Como a cidade está se preparando para esse cenário?
Precisamos cuidar do envelhecimento de forma integral, com foco não apenas no tratamento de doenças, mas também na autonomia e na qualidade de vida. A cidade de SP conta com um atendimento integral por meio da Rede de Atenção à Saúde da Pessoa Idosa (Raspi), que inclui 485 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), responsáveis pela avaliação multidimensional da saúde, e 14 Unidades de Referência à Saúde do Idoso (Ursis), com atendimento especializado em geriatria e gerontologia, reabilitação funcional e acompanhamento de condições crônicas.
As unidades também oferecem Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics), como dança circular, yoga, meditação, acupuntura e aromaterapia, além de atividades de prevenção de quedas, com orientações e exercícios para reduzir o risco de acidentes dentro e fora de casa. Entre janeiro e agosto de 2026, foram realizadas 176.499 atividades de prevenção de quedas, volume 365% superior ao registrado em todo o ano de 2021, quando houve 37.959 ações.
A SMS mantém ainda o Programa Acompanhante de Idosos (PAI), destinado a pessoas idosas em situação de vulnerabilidade que precisam de apoio no domicílio. O programa conta com 72 equipes e acompanha cerca de 8,2 mil pessoas, com profissionais de saúde e acompanhantes que auxiliam nas atividades da vida diária e apoiam familiares e cuidadores.

14. A saúde mental também é uma área que vem recebendo investimentos, como a nova estrutura do CAPS AD III Santana. Qual é a importância de ampliar e qualificar essa rede?
Ampliar e qualificar a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) é fundamental para garantir acolhimento e cuidado integral às pessoas com sofrimento psíquico e àquelas que enfrentam problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas. O principal objetivo da rede é garantir acesso a atendimento humanizado, integral e territorializado às pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas.
A nova estrutura do CAPS AD III Santana, com 796 metros quadrados, atendimento 24 horas, acolhimento noturno e equipe multiprofissional, é um exemplo desse trabalho. A iniciativa se soma a outras ações da SMS para fortalecer a rede, ampliar o acesso e garantir a continuidade do cuidado, em articulação com as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), os serviços de urgência e os demais equipamentos de saúde.
Desde 2016, a rede ampliou 26,5%, passando de 83 para 105 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), sendo 35 Infantojuvenis (IJ), 35 Adulto e 35 Álcool e Drogas (AD), além de 485 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Os Caps, os Centros de Convivência e Cooperativa (Ceccos), as Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) oferecem atendimento por livre demanda, sem necessidade de encaminhamento prévio.
A pasta esclarece ainda que a assistência em saúde mental não se limita a consultas individuais com psicólogos e psiquiatras. O acompanhamento é definido conforme as necessidades de cada pessoa, com atuação multiprofissional e elaboração do Projeto Terapêutico Singular (PTS).
15. Olhando para os próximos anos, quais são os principais desafios e prioridades da Secretaria Municipal da Saúde?
Nossa prioridade é seguir ampliando o acesso e qualificando o atendimento em toda a cidade de São Paulo, uma das maiores redes municipais de saúde do país, com 1.064 equipamentos. Isso envolve expandir e modernizar a rede, fortalecer a Atenção Básica, ampliar a capacidade de resposta dos serviços de urgência e emergência e hospitalar. Desde 2016, a rede passou de 451 para 485 UBSs, de três para 35 UPAs e de 83 para 105 CAPS. A Atenção Primária é a principal porta de entrada do sistema e resolve cerca de 86% das necessidades de saúde da população, garantindo acompanhamento contínuo e reduzindo encaminhamentos desnecessários.
A rede também está em expansão e modernização. Desde 2021, foram entregues 114 equipamentos de saúde, sendo 76 novos e 38 requalificados. Atualmente, nove hospitais municipais passam por obras, com investimento de R$ 1,9 bilhão e previsão de criação de 1.572 novos leitos.
A SMS também amplia o acesso por meio da transformação digital: o e-SaúdeSP já soma 5,3 milhões de usuários cadastrados e mais de 74 milhões de acessos, enquanto os Consultórios Digitais realizaram mais de 1,18 milhão de teleconsultas desde 2022. Além do Programa Saúde Digital SP, lançado em meados de agosto de 2026, que amplia o acesso da população às teleconsultas na rede municipal, com atendimento médico à distância e recursos digitais para facilitar o acesso aos serviços de saúde. Até 14 de outubro, foram registrados mais de 123,6 mil atendimentos de teleatendimentos.
Em 2026, pelo sexto ano consecutivo, a Saúde foi eleita o melhor serviço público da cidade na pesquisa “O Melhor de São Paulo”, do Datafolha. O resultado reforça o trabalho da Prefeitura de São Paulo e da SMS para ampliar o acesso e qualificar os serviços oferecidos à população. Mais informações sobre a rede: Informações oficiais sobre a rede municipal de saúde
16. Que mensagem de esperança, prevenção, solidariedade e valorização da vida gostaria de transmitir aos pacientes, famílias, profissionais de saúde e paulistanos?
A saúde é construída todos os dias, com prevenção, informação, acesso aos serviços e participação de toda a sociedade. Por isso, minha mensagem é que as pessoas procurem as unidades de saúde, mantenham a vacinação em dia e não deixem de buscar orientação diante de sinais ou sintomas que mereçam atenção. Também quero agradecer aos profissionais que trabalham diariamente para cuidar da população, muitas vezes em situações desafiadoras, e às famílias que participam desse processo. A Prefeitura de São Paulo e a Secretaria Municipal da Saúde seguirão trabalhando para oferecer um atendimento cada vez melhor, com acolhimento, respeito e compromisso com a vida. A saúde pública é um patrimônio de todos, e cuidar dela é uma responsabilidade compartilhada.
São Paulo TV Broadcasting: aproximando a administração pública da população
A entrevista evidencia a dimensão dos desafios enfrentados pela saúde pública paulistana e apresenta as principais iniciativas desenvolvidas pela Secretaria Municipal da Saúde na administração do prefeito Ricardo Nunes.
Mais do que reunir indicadores e investimentos, a reportagem permite conhecer o planejamento da pasta, as estratégias de prevenção, a modernização dos serviços e as prioridades para os próximos anos.
A série “Secretários da Nossa Cidade de São Paulo”, produzida pela São Paulo TV Broadcasting, tem como objetivo abrir espaço para que os responsáveis pelas diferentes áreas da Prefeitura apresentem diretamente à sociedade seus trabalhos, resultados e compromissos.
A iniciativa reafirma o papel do jornalismo como instrumento de informação, transparência e aproximação entre a administração pública e os cidadãos.
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