
Secretária municipal de Esportes e Lazer da Cidade de São Paulo, Érika Coimbra: das quadras olímpicas ao desafio de transformar o esporte na maior cidade do Brasil
Da Redação da São Paulo Tv Especial por Beatriz Ciglioni e o Jornalista Bene Correa
Érika Coimbra: das quadras olímpicas ao desafio de transformar o esporte na maior cidade do Brasil
Ex-atleta da Seleção Brasileira de Voleibol, medalhista olímpica e atual secretária municipal de Esportes e Lazer da Cidade de São Paulo, Érika Coimbra leva para a administração pública uma trajetória marcada por disciplina, superação, trabalho em equipe e dedicação ao esporte. Agora, seu desafio é ampliar oportunidades e aproximar a prática esportiva da vida dos paulistanos.

A história de Érika Coimbra foi construída muito antes de sua chegada à administração pública. Nas quadras, aprendeu que as grandes conquistas exigem dedicação, persistência, preparação e trabalho coletivo. Representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, integrando a equipe medalhista de bronze, e em Atenas, em 2004.
À frente da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer da Cidade de são Paulo com o prefeito Ricardo Nunes , encontra uma cidade de realidades distintas e o desafio de ampliar o acesso ao esporte, ao lazer, à saúde e à inclusão. A modernização dos centros esportivos, a formação de crianças e adolescentes e o fortalecimento do esporte paralímpico estão entre os temas que queremos conhecer.

Quem é Érika Coimbra além das medalhas e da administração? O que a motivou a servir à cidade? Que projetos e legado pretende construir? É o que a São Paulo TV Broadcasting deseja apresentar nesta entrevista.
1. Antes das medalhas e dos Jogos Olímpicos, como foi sua infância, qual a importância da família e quando o esporte se tornou central em sua vida?
Eu costumo dizer que o esporte transformou completamente a minha vida, mas não só a minha. Ele também transformou a realidade da minha família e das pessoas que estavam ao meu redor.
Eu venho de uma região periférica de Belo Horizonte, de Venda Nova, e sei muito bem o que significa ter uma oportunidade. Meu primeiro contato com o voleibol aconteceu na escola, em 1993, e foi amor à primeira vista. Em poucos meses, eu já estava jogando no time da escola. Naquele momento, eu ainda não imaginava que chegaria à Seleção Brasileira ou aos Jogos Olímpicos, mas o esporte já começava a mudar o rumo da minha história.
A família teve um papel muito importante nessa caminhada. Ter pessoas que acreditam em você, que incentivam e acompanham seus sonhos, faz toda a diferença, especialmente quando você está começando.
O vôlei abriu portas que eu jamais poderia imaginar. Conheci o mundo, representei o Brasil e conquistei coisas que pareciam muito distantes da minha realidade quando era criança.
E talvez seja justamente por isso que eu acredite tanto no esporte como instrumento de transformação social. Porque eu vivi essa transformação. Sei que, por trás de cada criança que tem acesso a uma quadra, a um professor ou a um projeto esportivo, pode existir uma história de vida inteira esperando uma oportunidade.

2. Qual foi o momento mais emocionante de sua carreira no voleibol e que lições das quadras continuam orientando suas decisões na gestão pública?
Tive muitos momentos especiais na minha carreira, mas dois deles têm um lugar muito especial no meu coração: a conquista do Campeonato Mundial Infantojuvenil, em 1997, e, principalmente, a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.
Representar o Brasil em uma Olimpíada já é a realização de um sonho. Subir ao pódio, receber uma medalha olímpica e saber que todo aquele esforço valeu a pena é uma emoção difícil de colocar em palavras. É algo que fica marcado para sempre.
Mas o esporte também me preparou para os desafios que enfrento hoje como gestora pública. Durante a minha carreira, fui capitã e aprendi que liderar um time vai muito além de cobrar resultados. É saber ouvir, reconhecer as qualidades de cada pessoa, administrar conflitos, tomar decisões difíceis e, principalmente, fazer com que todos trabalhem pelo mesmo objetivo.
Na Secretaria, eu levo muito dessa experiência comigo. Tenho uma equipe com profissionais de diferentes áreas, e sei que ninguém faz nada sozinho. Assim como no vôlei, os resultados dependem do trabalho coletivo.
Além disso, a disciplina, o comprometimento, a resiliência e a capacidade de enfrentar dificuldades são valores que o esporte me ensinou e que continuam orientando minhas decisões todos os dias. Eu sempre digo que mudei de quadra, mas continuo trabalhando em equipe, com responsabilidade, dedicação e muita vontade de vencer.

3. Como surgiu o convite para integrar a Prefeitura e assumir a Secretaria? Quais prioridades definiu ao iniciar sua gestão?
Minha chegada à Prefeitura de São Paulo começou com um convite para assumir a direção do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa, um equipamento muito importante para a formação de atletas e para o esporte de alto rendimento da cidade.
Foi uma experiência muito especial, porque pude utilizar tudo aquilo que aprendi ao longo da minha carreira para contribuir com a formação de uma nova geração de atletas.
A partir do trabalho que desenvolvemos no Centro Olímpico, surgiu o convite do prefeito Ricardo Nunes e da deputada federal Renata Abreu para que eu assumisse a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer.

Recebi esse convite com muita alegria, mas também com um enorme senso de responsabilidade. Afinal, estamos falando de uma cidade do tamanho de São Paulo, com milhões de pessoas e realidades muito diferentes.
Desde o início, defini algumas prioridades muito claras. Uma delas é a valorização da mulher no esporte, uma pauta com a qual tenho uma identificação muito forte. Como mulher e ex-atleta, conheço os desafios que enfrentamos e quero contribuir para ampliar as oportunidades de participação feminina, seja na prática esportiva, na formação de atletas ou nos espaços de liderança.
Outra prioridade é fortalecer o esporte como ferramenta de inclusão e transformação social. Isso passa por ampliar o acesso gratuito às atividades esportivas e, principalmente, por melhorar os equipamentos públicos que estão disponíveis para a população.
Tenho feito questão de visitar os centros esportivos, acompanhar as obras, conversar com os frequentadores e conhecer de perto as necessidades de cada região.
E, junto com o prefeito Ricardo Nunes, estamos planejando e executando melhorias importantes, porque acreditamos que a população merece espaços esportivos de qualidade, seguros e acolhedores, independentemente do bairro em que mora.

4. Quais ações estão ampliando o acesso gratuito ao esporte nas regiões periféricas e entre crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade? Que resultados já podem ser apresentados?
Uma das principais ações da Prefeitura de São Paulo tem sido recuperar os espaços esportivos da cidade e devolvê-los à população em condições adequadas de uso.
Só neste ano, já entregamos dezenas de obras de melhorias em Centros Esportivos e Clubes da Comunidade, os nossos CDCs. São equipamentos que, em muitos casos, estavam degradados e precisavam de investimentos importantes.
E, para mim, essa é uma das maiores entregas que podemos fazer: transformar um espaço que estava deteriorado em um lugar onde as crianças possam praticar esportes, os jovens possam descobrir seus talentos, os idosos possam cuidar da saúde e as famílias possam conviver.
Um exemplo que me deixa muito feliz é a revitalização completa do Centro Esportivo Thomaz Mazzoni, na Vila Maria, Zona Norte. Foram mais de R$ 58 milhões investidos em uma transformação que incluiu piscinas, pista de atletismo, pista de skate, ginásio de lutas, quadras para diferentes modalidades e melhorias de acessibilidade. O espaço também passou a integrar a nossa estratégia de formação de atletas.
Outro exemplo recente é o Centro Esportivo Vila Carioca, na região do Ipiranga, onde entregamos uma piscina semiolímpica coberta e aquecida, com condições de acessibilidade, permitindo ampliar as possibilidades de utilização do equipamento pela população.
Mas nosso trabalho não se limita à infraestrutura. Estamos avançando também na expansão da Rede Olímpica de São Paulo, um projeto que considero especialmente importante.

Até 2028, queremos levar o programa de iniciação e formação esportiva para seis novos locais da cidade, descentralizando as oportunidades que hoje estão concentradas em determinados equipamentos.
Isso significa permitir que uma criança que mora longe do Centro Olímpico tradicional também tenha acesso a uma estrutura de formação esportiva, perto de casa, com a possibilidade de desenvolver seu talento.
Eu sei o quanto uma oportunidade pode mudar uma vida. Por isso, queremos que cada vez mais crianças e jovens tenham acesso ao esporte, independentemente da condição financeira de suas famílias ou da região onde vivem.

5. Quais reformas, melhorias, modernizações e novos projetos estão em andamento ou previstos para os centros esportivos municipais? Como isso mudará a experiência dos moradores?
Estamos vivendo um momento de transformação muito importante na infraestrutura esportiva de São Paulo. Hoje temos mais de 20 obras em andamento, além de diversas melhorias que já foram entregues à população.
E não estamos falando apenas de pequenas intervenções. Em muitos casos, são reformas estruturais que transformam completamente os equipamentos e a maneira como as pessoas podem utilizá-los.
Um dos exemplos é o Centro Esportivo Butantã, na Zona Oeste, que está passando por uma grande revitalização, com investimentos de aproximadamente R$ 26 milhões. As melhorias incluem piscinas, quadras esportivas, salas de atividades, pista de skate, acessibilidade e modernização de toda a infraestrutura.
Outro projeto muito importante é a revitalização da piscina do CERET, na Zona Leste, considerada a maior piscina pública da América Latina. Estamos trabalhando para devolver esse patrimônio à população completamente recuperado.
Também temos investido na reforma de dezenas de campos de futebol nas comunidades, com a recuperação de gramados e melhorias nas condições de prática esportiva. Esses campos têm uma importância enorme, porque muitas vezes são o principal ponto de encontro e convivência dos moradores de um bairro.
E o que tudo isso muda na vida das pessoas? Muda muita coisa.
Quando você recupera um centro esportivo, não está apenas reformando uma piscina ou uma quadra. Você está criando oportunidades para uma criança aprender a nadar, para um jovem praticar esporte em um ambiente seguro, para uma pessoa idosa ter uma vida mais ativa e para uma família encontrar uma opção gratuita de lazer perto de casa.
Também estamos valorizando os bairros, fortalecendo o sentimento de pertencimento dos moradores e incentivando a ocupação positiva dos espaços públicos.
O prefeito Ricardo Nunes tem dado uma atenção muito especial a esses investimentos, e nossa missão é fazer com que essa transformação chegue a todas as regiões da cidade.
Eu acredito que o acesso a equipamentos esportivos de qualidade não pode ser um privilégio de poucos. Precisa ser uma realidade para toda a população de São Paulo.

6. Que iniciativas estão fortalecendo o esporte paralímpico e o acesso de pessoas com deficiência às modalidades adaptadas? Quais resultados e metas podem ser destacados?
A inclusão é uma das prioridades da nossa gestão, e eu acredito que o esporte precisa ser verdadeiramente acessível a todas as pessoas.
Estamos trabalhando no planejamento da expansão do Programa Esporte Inclusivo, com o objetivo de ampliar as oportunidades de prática esportiva para pessoas com deficiência em diferentes regiões da cidade.
Também estamos dando um passo muito importante no Centro Olímpico, com o início da implantação das primeiras modalidades paralímpicas do equipamento: natação, atletismo e judô.
É um avanço que me deixa especialmente feliz, porque estamos criando novas oportunidades não apenas para a prática esportiva, mas também para a identificação e o desenvolvimento de talentos no esporte paralímpico.

Queremos que crianças e jovens com deficiência tenham acesso a uma estrutura de formação esportiva de qualidade e possam, se desejarem, construir uma trajetória no esporte de rendimento.
Ao mesmo tempo, temos buscado incorporar melhorias de acessibilidade nas reformas dos nossos centros esportivos, para que esses espaços estejam cada vez mais preparados para receber toda a população.
Nosso objetivo é avançar tanto no esporte de participação quanto no esporte de rendimento, porque sabemos que o esporte promove autonomia, autoestima, convivência e qualidade de vida.
Para mim, inclusão significa garantir que todas as pessoas tenham a oportunidade de participar. E é isso que queremos construir em São Paulo.

7. Que inovações tecnológicas, parcerias ou novos modelos de gestão estão sendo adotados ou planejados para os equipamentos esportivos, o atendimento e a avaliação de resultados?
Uma das coisas que aprendi na minha carreira como atleta é que não existe resultado de qualidade sem planejamento, acompanhamento e avaliação. No esporte de alto rendimento, estamos sempre analisando o desempenho, identificando o que precisa melhorar e buscando novas soluções. Na gestão pública, essa lógica também é muito importante.
Estamos trabalhando para fortalecer uma gestão cada vez mais moderna, eficiente e orientada por resultados.
Um exemplo desse compromisso é que a Prefeitura de São Paulo possui a certificação ISO 37122 de Cidades Inteligentes, reconhecida internacionalmente, e alcançou o nível Platina. A SEME faz parte desse trabalho: temos indicadores ligados ao esporte sob nossa responsabilidade, que são acompanhados e monitorados pela Secretaria e contribuem para a manutenção da certificação da cidade. Isso mostra como a nossa atuação também integra um esforço maior da Prefeitura para utilizar informações e indicadores na melhoria da gestão pública.
Isso envolve aprimorar os mecanismos de acompanhamento dos nossos equipamentos esportivos, conhecer melhor o perfil dos usuários, avaliar a utilização dos espaços e identificar as demandas de cada região.
A tecnologia tem um papel importante nesse processo. Queremos avançar na modernização dos sistemas de atendimento, na organização das informações e no uso de dados que nos ajudem a tomar decisões melhores.
Outro ponto fundamental são as parcerias. São Paulo tem um potencial enorme para construir iniciativas conjuntas com organizações esportivas, entidades, instituições e a iniciativa privada, sempre com foco no interesse público.
Também acredito muito na importância de ouvir a população. Quem frequenta um centro esportivo conhece de perto suas necessidades, e essa percepção precisa contribuir para o planejamento das nossas ações.
Nosso desafio é fazer com que os investimentos públicos se traduzam em resultados concretos: mais pessoas praticando atividades físicas, melhores condições de atendimento, equipamentos bem utilizados e oportunidades chegando a quem mais precisa.
Eu quero uma Secretaria que seja reconhecida não apenas pelas grandes entregas, mas também pela qualidade do serviço que oferece diariamente à população.

8. Quais realizações de sua gestão considera mais importantes até agora? Quais projetos pretende entregar e qual legado deseja deixar para o esporte paulistano?
Acredito que uma das maiores realizações é poder participar desse processo de transformação do esporte na cidade de São Paulo.
Quando vejo um centro esportivo completamente revitalizado, uma criança começando a praticar uma modalidade ou uma família voltando a frequentar um espaço público que estava degradado, tenho a certeza de que estamos no caminho certo.
Mas temos também projetos muito especiais, que representam o futuro que queremos construir para o esporte paulistano.
Um deles é a conquista de São Paulo como sede da Liga das Nações de Voleibol, a VNL, em 2027. Pela primeira vez na história, a cidade vai receber etapas das competições feminina e masculina, reunindo algumas das melhores seleções do mundo.
Para mim, que dediquei tantos anos da minha vida ao voleibol, é uma conquista que tem um significado muito especial. Mas, acima de tudo, é uma oportunidade de aproximar a população do esporte de alto rendimento, inspirar nossas crianças e mostrar a capacidade de São Paulo de receber grandes eventos internacionais.
Outro projeto que considero muito importante é a construção do LEOA, um centro esportivo dedicado exclusivamente às mulheres.
Esse é um projeto que traduz uma das prioridades da minha gestão: ampliar o acesso das mulheres ao esporte e criar ambientes que incentivem a prática de atividades físicas, a saúde, o bem-estar e a convivência.
Como mulher e ex-atleta, sei o quanto precisamos criar mais oportunidades e valorizar a presença feminina em todos os espaços do esporte.

Também estamos trabalhando na expansão da Rede Olímpica, na ampliação das modalidades paralímpicas e na criação de novos projetos de atividades físicas gratuitas voltados à terceira idade.
São Paulo está envelhecendo, e precisamos oferecer cada vez mais oportunidades para que as pessoas possam viver essa fase da vida com saúde, autonomia, disposição e qualidade de vida.
Eu acredito muito no esporte ao longo de toda a vida. A criança precisa ter a oportunidade de começar, o jovem precisa ter condições de continuar, o adulto precisa encontrar espaços para se exercitar e a pessoa idosa também precisa ser acolhida.
O legado que desejo deixar é justamente esse: uma cidade em que o esporte esteja cada vez mais presente na vida das pessoas, com equipamentos públicos de qualidade, mais oportunidades gratuitas e políticas públicas que continuem produzindo resultados por muitos anos.
Quero que, no futuro, a gente olhe para esse período e reconheça que conseguimos abrir novas portas para milhares de paulistanos.

9. Que mensagem de esperança, perseverança e participação cidadã gostaria de transmitir aos jovens, atletas, famílias e demais moradores de São Paulo?
A principal mensagem que eu gostaria de deixar é que o esporte tem o poder de transformar vidas. E eu não digo isso apenas como secretária de Esportes. Digo como alguém que teve a própria vida transformada pelo esporte.
Eu era uma menina de uma região periférica de Belo Horizonte que encontrou no voleibol uma oportunidade. E aquela oportunidade me levou a lugares que eu jamais imaginei conhecer, inclusive ao pódio de uma Olimpíada.
Por isso, quero dizer aos jovens que acreditem nos seus sonhos, que tenham disciplina, persistência e que não desistam diante das primeiras dificuldades. Nem todo mundo vai se tornar um atleta profissional, e tudo bem. O esporte tem muito mais a oferecer do que medalhas e títulos. Ele ensina valores, cria amizades, promove saúde e abre caminhos.

E quero também fazer um convite às famílias e a todos os moradores de São Paulo: aproveitem o que a nossa cidade oferece.
São Paulo tem uma rede enorme de centros esportivos, com atividades gratuitas, piscinas, quadras, campos e espaços de lazer para diferentes idades. Muitas vezes, existe uma oportunidade bem perto de casa que as pessoas ainda não conhecem.
Procurem os centros esportivos dos seus bairros, levem as crianças, incentivem os idosos da família a participar e ocupem esses espaços. Eles são de vocês.
Nós, da Prefeitura, com a liderança do prefeito Ricardo Nunes, estamos trabalhando para ampliar e melhorar cada vez mais essa estrutura. Mas a participação da população é fundamental para que esses equipamentos cumpram sua função.
Eu costumo dizer que o esporte mudou a minha história. E hoje, como secretária, tenho a oportunidade de trabalhar para que ele também possa mudar a história de milhares de pessoas.
Porque, no fim das contas, o esporte é muito mais do que vencer uma competição. É uma oportunidade de vencer na vida.

