
Ricardo Nunes destaca investimento na Saúde e setor é considerado o melhor serviço público pelo 6º ano consecutivo
Da redação da São Paulo Tv jornalista Bene Correa com informações da Secom – PMSP
A Rede Municipal de Saúde de São Paulo foi eleita, pelo sexto ano consecutivo, o melhor serviço público da cidade, segundo a pesquisa “O Melhor de São Paulo”, do Instituto Datafolha.
É a primeira vez, em 12 edições, que o serviço público de Saúde da capital liderou a categoria de forma isolada.
O prefeito Ricardo Nunes destacou o reconhecimento, uma vez que a área da saúde pública é tradicionalmente um dos serviços com maior nível de insatisfação da população.
De açodo com Nunes, a liderança isolada no ranking reflete a ampliação da rede municipal e o aumento consistente dos investimentos na área ao longo dos últimos anos.

Os números mostram que os recursos destinados à saúde passaram de R$ 10 bilhões do orçamento municipal em 2016 para R$ 25 bilhões em 2025.
“Hoje, a Prefeitura de São Paulo responde por 85% de todo o financiamento da saúde na cidade, enquanto a participação do Governo Federal é de 15%. Esse esforço ampliado de investimento e gestão é o que permite melhorar o atendimento e alcançar esse reconhecimento da população”, afirmou.
Salto de qualidade
Com o aumento de recursos, o sistema municipal teve um salto de qualidade e quantidade de equipamentos e serviços disponíveis gratuitamente à população.
Desde 2021, a Prefeitura entregou 29 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), um dos principais equipamentos de saúde destinados a socorros de urgência e emergência. Até então, havia somente 3 em toda a cidade.
Nesse período, foram entregues mais de 100 novos equipamentos e instalações de saúde, incluindo serviços inéditos como:
- Centro de Exames da Mulher
- Centro Referência de Dor Crônica
- Centro de Cuidados Odontológicos.
A Rede Municipal de Saúde foi expandida especialmente em áreas mais vulneráveis, de alta densidade populacional e baixa oferta de equipamentos de saúde, com a entrega de 16 Unidades Básicas de Saúde.
As UBSs são reconhecidas por ser a porta de entrada ao sistema público e com a as novas unidades chegam a 481 unidades na cidade.
Queda na mortalidade
A atuação integrada também trouxe avanços na assistência. Para se ter uma ideia, no atendimento ao infarto agudo do miocárdio (IAM), a articulação entre os serviços contribuiu para a redução da mortalidade na rede municipal, de 30% para 4%.
A rede conta ainda com: - Atendimento odontológico em 445 das 481 Unidades Básicas de Saúde
- 31 Centros de Especialidades Odontológicas
- Dois Centros de Cuidado Odontológico
- Seis Unidades Odontológicas Móveis
- 15 Serviços de Assistência Especializada (SAEs) em IST/Aids.
Pioneirismo
A capital paulista é também pioneira no oferecimento de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde em todas as 481 UBSs e em serviços especializados, como: - Centros de Referência em Pics (CR Pics)
- Centros de Dor Crônica
- Centros de Atenção Psicossocial (Caps)
- Centros de Convivência e Cooperativa (Ceccos)
- Unidades de Referência em Saúde do Idoso (Ursis)
- Centro Especializado em Reabilitação (CER)
Para o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Zamarco, o resultado reflete o fortalecimento da gestão e a integração entre atenção básica, especializada, urgência e vigilância em saúde.
“Mais do que um título simbólico, esse resultado reflete uma transformação consistente na forma como o cuidado em saúde é ofertado e percebido pela população”, disse o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Zamarco.
Sobre a pesquisa
O Instituto Datafolha ouviu 1.008 moradores da cidade de São Paulo, com 16 anos ou mais, das classes A e B, entre 5 e 13 de fevereiro, que avaliaram 39 categorias de serviços públicos.
A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O serviço oferecido pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, foi citado espontaneamente por 17% dos entrevistados.
