
Balanço do Plano de Metas de Ricardo Nunes aponta avanços do Smart Sampa, das obras na zona sul e fim da fila nas creches
Da redação da São Paulo Tv jornalista Bene Correa com informações do g1
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), divulgou um balanço das metas estabelecidas e cumpridas no primeiro ano do segundo mandato.
Neste primeiro balanço, Nunes demonstrou em números avanços importantes na segurança pública e obras viárias. Entre os principais destaques estão:
- Instalação de 40 mil câmeras do programa Smart Sampa
- Entrega do Complexo Viário João Beiçola, na Cidade Dutra
- Início das obras da ponte Graúna-Gaivotas, na zona sul
- Zeragem da fila por vagas em creche
- Implantação do programa Mamãe Tarifa Zero nos ônibus
A previsão é de que 132 metas sejam cumpridas até 2028, com investimentos estimados em R$ 57 bilhões.
Mais investimentos
No entanto, apesar dos números favoráveis, a cidade ainda carece de muito investimento para resolver problemas crônicos da cidade, entre eles a mobilidade urbana.
Muitas obras ainda estão em execução e assim que concretizadas vão beneficiar a população de todas as regiões da cidade.
Entre estas obras estão:
- Os dois corredores de BRT, para ônibus de alta capacidade, previstos para as avenidas Aricanduva e Radial Leste
- O avanço das obras do túnel Cecília Lottenberg, na zona sul
- A revitalização do corredor da avenida Interlagos
- E a conclusão das obras da Avenida Santo Amaro.
Na área da habitação, os números apresentados pelo prefeito Rciardo Nunes apontam que 17% das 40 mil moradias sociais previstas já foram entregues.
Novas obras
No plano atualizado, Ricardo Nunes reafirmou a intenção de construir um túnel na Avenida Sena Madureira.
Também estão previstas a duplicação da Avenida Roberto Marinho até a Rodovia dos Imigrantes e a implantação de bondes elétricos no Centro da cidade.
O Plano de Metas está dividido em quatro eixos principais:
- No Cidade Empreendedora, foram utilizados 38% dos R$ 560 milhões previstos
- O Universo SP e o Viver São Paulo utilizaram pouco mais de 10% dos recursos
- E o Capital do Futuro registrou 8% de execução orçamentária
