
Prefeito Ricardo Nunes, com atuação do secretário da SECLIMA José Renato Nalini, transforma o clima em politica publica central de governo da Cidade de São Paulo
Da Redação da São Paulo Tv Especial Governos
A cidade de São Paulo vem consolidando um novo modelo de governança ambiental sob a gestão do prefeito Ricardo Nunes, com protagonismo da Secretaria Executiva de Mudanças Climáticas (SECLIMA), liderada pelo jurista e secretário José Renato Nalini. Mais do que uma estrutura administrativa, a secretaria passou a ocupar um papel central na formulação de políticas públicas, transformando o enfrentamento das mudanças climáticas em um eixo estratégico de governo, integrado às áreas de saúde, mobilidade, infraestrutura e planejamento urbano.

No centro dessa estratégia está o Plano de Ação Climática de São Paulo (PlanClima SP), principal instrumento de organização das políticas ambientais da cidade. Revisado e ampliado, o plano estabelece metas ambiciosas, como a neutralização das emissões de carbono até 2050, e já apresenta alto nível de execução, com a maior parte das ações em andamento. Diferentemente de iniciativas que permanecem no campo teórico, o PlanClima se estrutura como um plano operacional, com monitoramento contínuo, indicadores de desempenho e alinhamento com compromissos internacionais, como o Acordo de Paris e redes globais de cidades.
Outro avanço relevante da gestão Ricardo Nunes, articulado pela SECLIMA, é a implementação do orçamento climático, que integra a variável ambiental às decisões financeiras do município. Para 2026, bilhões de reais estão previstos em ações relacionadas à mitigação e adaptação climática, consolidando uma mudança importante na lógica da administração pública: o clima deixa de ser um tema periférico e passa a influenciar diretamente a alocação de recursos e o planejamento da cidade.

A atuação da SECLIMA também se destaca na coordenação de ações voltadas à adaptação urbana, especialmente no enfrentamento de eventos extremos. A Operação Integrada de Defesa das Águas (OIDA) reúne diferentes órgãos municipais para prevenir enchentes, monitorar áreas de risco e responder com maior agilidade a situações de emergência, um dos principais desafios históricos da capital paulista. Essa abordagem integrada evidencia uma compreensão mais sofisticada da gestão urbana, reconhecendo que problemas climáticos exigem respostas articuladas e sistêmicas.
Ao mesmo tempo, a secretaria atua na promoção de políticas estruturantes que impactam diretamente o cotidiano da população. A expansão da mobilidade sustentável, com a incorporação de ônibus elétricos e movidos a biometano, a ampliação de áreas verdes e a preservação ambiental, além de iniciativas voltadas à gestão de resíduos e redução de emissões, demonstram como a agenda climática está sendo incorporada ao funcionamento da cidade. Essas ações não apenas reduzem impactos ambientais, mas também melhoram a qualidade de vida urbana.

Outro eixo importante é a mobilização da sociedade. Por meio de iniciativas como o programa São Paulo Pelo Clima, a gestão busca envolver empresas, universidades e cidadãos na construção de soluções coletivas, ampliando o alcance das políticas públicas. A criação de espaços de inovação, como o HUB SECLIMA, e a realização de eventos e desafios tecnológicos reforçam a ideia de que o enfrentamento das mudanças climáticas depende de inteligência compartilhada e participação ativa.

Sob a liderança de José Renato Nalini, a SECLIMA adota uma abordagem que combina visão jurídica, base científica e sensibilidade social, fortalecendo a governança climática e promovendo a integração entre diferentes áreas da administração municipal. Esse modelo contribui para posicionar São Paulo como referência na América Latina e como um laboratório urbano de soluções climáticas, especialmente no contexto da preparação para a COP30 e da crescente relevância da agenda ambiental no cenário internacional.

Apesar dos avanços, os desafios permanecem significativos, diante do aumento da frequência e intensidade dos eventos climáticos extremos e da complexidade de mensurar impactos em uma metrópole de grande escala. Ainda assim, a atuação da SECLIMA evidencia uma mudança de paradigma: o clima deixa de ser tratado como um problema isolado e passa a ser entendido como um fator estruturante da cidade.

Na prática, isso significa que governar São Paulo hoje não é apenas expandir serviços ou infraestrutura, mas garantir que a cidade seja capaz de se adaptar, resistir e evoluir diante das transformações ambientais. A gestão Ricardo Nunes, com a liderança de Nalini na SECLIMA, consolida essa visão ao integrar sustentabilidade, planejamento e políticas públicas em um mesmo projeto de cidade — mais resiliente, eficiente e preparada para o futuro.
