
Gestão Ricardo Nunes entrega o maior Carnaval da história de São Paulo com organização, segurança, inclusão e impacto econômico recorde
Da Redação da São Paulo Tv Especial Carnaval Domingo



O Carnaval 2026 terminou, mas deixou um marco administrativo e cultural difícil de ignorar. A gestão do prefeito Ricardo Nunes entregou o maior Carnaval da história da cidade — não apenas em público, mas em organização, planejamento e integração entre secretarias.
A festa que tomou conta do Sambódromo do Anhembi e das ruas da capital foi resultado de meses de articulação entre Cultura, Segurança Urbana, Saúde, Subprefeituras, Turismo, Transporte, Assistência Social e Comunicação. O espetáculo foi na avenida. A engrenagem foi nos bastidores.
E funcionou.
Cultura fortalecida e blocos organizados
A Secretaria Municipal de Cultura ampliou o apoio às escolas de samba e estruturou um calendário robusto para os blocos de rua, com organização prévia de trajetos, horários, infraestrutura e apoio logístico. O Carnaval de rua cresceu com planejamento — menos improviso, mais previsibilidade.
A cidade mostrou que é possível ter multidões e, ao mesmo tempo, coordenação. Blocos distribuídos por regiões, descentralização da festa e diálogo permanente com organizadores reduziram conflitos e ampliaram a experiência do público.
Carnaval é cultura popular, mas também é política cultural bem executada.

Limpeza urbana e cuidado imediato com a cidade
Terminava o bloco, começava a varrição. A atuação integrada das Subprefeituras garantiu equipes de limpeza mobilizadas ainda durante a madrugada. Toneladas de resíduos foram recolhidas diariamente, com reforço de caminhões compactadores, varrição mecanizada e lavagem de vias.
A cidade acordava limpa após cada noite de festa. Isso não é detalhe. É gestão.
Manter São Paulo funcionando durante um evento dessa magnitude exige logística quase militar. E a engrenagem urbana respondeu à altura.
Segurança reforçada com tecnologia: Smart Sampa em ação
O programa Smart Sampa teve papel estratégico no Carnaval 2026. O sistema de monitoramento com câmeras inteligentes auxiliou no acompanhamento em tempo real de áreas de grande circulação, contribuindo para a prevenção de ocorrências e rápida atuação das equipes de segurança.
A presença integrada da Guarda Civil Metropolitana, Polícia Militar e monitoramento digital criou um ambiente mais seguro, tanto no Anhembi quanto nos blocos de rua.
Tecnologia, quando bem aplicada, não substitui o trabalho humano. Amplifica.

Proteção às mulheres: política pública na prática
A gestão reforçou campanhas de combate ao assédio, com comunicação ostensiva, pontos de apoio e orientação nos grandes polos da festa. A integração com a Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania ampliou canais de denúncia e acolhimento.
Carnaval é alegria, não é território de abuso. A presença ativa do poder público enviou um recado claro: respeito é regra.
Saúde preparada para grandes multidões
A Secretaria Municipal da Saúde organizou plantões reforçados, postos médicos estratégicos e equipes móveis nos principais pontos da festa. Atendimento rápido, prevenção de intercorrências e suporte para emergências garantiram segurança sanitária para milhões de foliões.
Grandes eventos exigem planejamento clínico. E ele esteve lá.
Transporte e mobilidade: acesso democrático
A SPTrans ativou linhas especiais ligando o Sambódromo às estações Palmeiras-Barra Funda e Portuguesa-Tietê, com operação estendida até a manhã seguinte. A partir da meia-noite de domingo, entrou em vigor o programa Domingão Tarifa Zero, garantindo gratuidade para quem optou pelo transporte coletivo.
Mobilidade é inclusão. Quando o transporte funciona, a cultura alcança mais gente.
Turismo e impacto econômico
O Carnaval 2026 impulsionou hotéis, restaurantes, comércio ambulante regularizado, economia criativa e serviços de transporte. São Paulo reafirmou sua posição como um dos maiores destinos culturais do hemisfério sul.
A cidade não apenas recebeu visitantes. Recebeu investimentos indiretos, movimentou cadeias produtivas e fortaleceu sua imagem internacional.
Carnaval é festa. Mas também é PIB cultural.
Organização como marca da gestão
O que se viu foi uma cidade que soube celebrar sem perder o controle urbano. O que poderia ser caos virou demonstração de capacidade administrativa.
Sob a liderança de Ricardo Nunes e seu secretariado, São Paulo mostrou que gestão pública eficiente não aparece apenas nas obras de concreto, mas também na capacidade de coordenar milhões de pessoas em um mesmo ritmo.
O maior Carnaval da história da cidade terminou na madrugada. Mas o que permanece é a evidência de que planejamento, tecnologia, cuidado social e integração institucional transformam uma festa popular em vitrine de governança.
São Paulo sambou. E administrou.
