
Administração do Prefeito Ricardo Nunes entrega 12 novos parques e amplia áreas verdes em São Paulo
Da Redação da São Paulo Tv jornalista Bene Correa e Beatriz Ciglioni imagens redes Nunes (1) Instagram
A cidade de São Paulo vive um ciclo consistente de fortalecimento de sua infraestrutura verde. Sob a administração do prefeito Ricardo Nunes, a Prefeitura tem ampliado, criado e requalificado parques urbanos e parques lineares, transformando áreas antes degradadas ou subutilizadas em espaços de convivência, lazer, saúde e preservação ambiental. Trata-se de uma política pública estruturante, que reconhece o parque como equipamento essencial para a qualidade de vida em uma metrópole marcada por alta densidade urbana, longos deslocamentos e desafios ambientais.

Ao distribuir esses parques por diferentes regiões — da Zona Leste ao Centro, da Zona Sul à Zona Norte e Zona Oeste — a gestão municipal avança também na redução das desigualdades territoriais, garantindo que o acesso ao verde não seja privilégio de poucos, mas um direito coletivo.
Os parques que integram essa política de expansão das áreas verdes
O Parque Linear Rio Verde, localizado em Itaquera, na Zona Leste, possui acessos pela Avenida Itaquera (alturas dos números 7655 e 7691), Rua Tomazzo Ferrara, 700, e Rua Castelo do Piauí, 630. Implantado ao longo do córrego Rio Verde, o parque cumpre dupla função: recuperar a vegetação ciliar e oferecer à população pistas de caminhada, áreas de lazer e convivência comunitária.
O Parque Morumbi Sul, situado na Zona Sul, na região do Campo Limpo/Vila Andrade, é um dos mais recentes parques entregues à cidade. O espaço reúne trilhas, áreas esportivas, estruturas acessíveis e soluções sustentáveis, ampliando de forma significativa a oferta de áreas verdes no extremo sul paulistano.
O Parque de Paraisópolis – Lourival Clemente da Silva, localizado na Rua Silveira Sampaio, 720, atende uma das comunidades mais populosas da capital. O parque integra preservação de nascentes, equipamentos de atividade física e áreas de convivência, funcionando como ponto de equilíbrio ambiental e social em um território historicamente carente de espaços verdes.
O Parque Linear Aristocrata, no Grajaú, Zona Sul, acompanha o córrego Aristocrata e oferece pista de caminhada, playground, campo de futebol e áreas de descanso. O parque alia lazer, educação ambiental e requalificação urbana, fortalecendo o vínculo da população local com o território.
O Parque Jardim Apurá – Búfalos (Núcleo Pilão), situado na Rua Paulo de Souza Santos, 139, no distrito da Pedreira, integra o sistema de proteção dos mananciais da Represa Billings. O espaço preserva nascentes, amplia a cobertura vegetal e oferece áreas para caminhada e contemplação, reforçando o compromisso ambiental da cidade.

No centro da capital, o Parque Augusta, delimitado pelas ruas Augusta, Caio Prado, Consolação e Marquês de Paranaguá, tornou-se um símbolo de convivência urbana. Em meio a uma das regiões mais densas da cidade, o parque democratiza o acesso ao verde, oferecendo áreas arborizadas, caminhos de pedestres e espaço para atividades culturais e comunitárias.
O Parque Alto da Boa Vista, localizado entre a Rua Visconde de Porto Seguro e a Rua Vigário João de Pontes, na Zona Sul, preserva áreas arborizadas tradicionais do bairro e funciona como espaço de lazer, caminhada e descanso, contribuindo para o equilíbrio ambiental e o bem-estar dos moradores do entorno.
O Parque Linear Água Podre, no bairro do Rio Pequeno, Zona Oeste, acompanha o córrego Água Podre, com acessos pela região da Rua Jean Gonzales. O parque promove a recuperação ambiental do curso d’água e cria novas áreas de lazer em uma região densamente urbanizada.
O Parque Linear Córrego do Bispo, localizado na Casa Verde/Casa Verde Alta, Zona Norte, integra trilhas, áreas esportivas e espaços de convivência ao longo do córrego, fortalecendo a infraestrutura verde e ambiental da região.

Por que essa política pública é estratégica para São Paulo
A ampliação dos parques urbanos gera impactos diretos e duradouros na vida da população. Do ponto de vista da saúde física, esses espaços estimulam a prática regular de atividades como caminhadas, corridas e exercícios ao ar livre, fundamentais na prevenção de doenças crônicas como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares.
No campo da saúde mental, o contato frequente com áreas verdes está associado à redução do estresse, da ansiedade e de sintomas depressivos. Ambientes arborizados ajudam a aliviar a sobrecarga emocional da vida urbana, favorecem a socialização e fortalecem os vínculos comunitários, especialmente entre crianças, idosos e famílias.
Há também ganhos ambientais relevantes. Parques e áreas verdes contribuem para a redução das ilhas de calor, melhoram a qualidade do ar, auxiliam na drenagem urbana e preservam a biodiversidade local. Em um cenário de mudanças climáticas e eventos extremos, esses espaços tornam-se aliados estratégicos da resiliência urbana.

Uma cidade mais humana e sustentável
Ao investir de forma contínua na criação e qualificação de parques e áreas verdes, a administração do prefeito Ricardo Nunes reafirma uma visão de cidade que integra desenvolvimento urbano, saúde pública e preservação ambiental. Os parques deixam de ser apenas áreas de lazer e passam a ocupar papel central no planejamento urbano, como instrumentos de inclusão social, qualidade de vida e sustentabilidade.
São Paulo avança, assim, na construção de uma metrópole mais humana, equilibrada e preparada para o futuro, onde o direito ao verde passa a fazer parte do cotidiano de milhões de paulistanos.








