
RETROSPECTIVA 2025: políticas públicas, diplomacia e ação econômica marcam o ano de Geraldo Alckmin no governo federal
Por Redação Especial – São Paulo TV Broadcasting por Beatriz Ciglioni foto Redes Com o Dr. Luciano Caparroz Santos Jurídico da São Paulo Tv
No ano de 2025, o Brasil viveu um período de ação estratégica, negociações complexas e respostas diplomáticas que colocaram o país em posições de protagonismo regional e global. No centro dessa agenda esteve o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, cujas atribuições e atuação ajudaram a moldar a resposta do governo federal a desafios econômicos, ambientais e diplomáticos ao longo do ano.
Eleito vice-presidente na chapa que conduziu o país desde 2023, Alckmin desempenhou um papel ativo no desenho e na execução de políticas públicas integradas, combinando coordenação institucional com presença em fóruns internacionais e negociações comerciais que impactaram diretamente setores estratégicos da economia brasileira.

Ao longo de 2025, Alckmin destacou-se pela defesa da retomada de políticas públicas essenciais em áreas como educação, saúde, segurança, habitação e indústria, enfatizando que o Brasil voltou a implementar programas que geram resultados tangíveis para a população e para a economia. O vice-presidente ressaltou que, sob sua coordenação ministerial, a política industrial foi revitalizada, com reabertura de fábricas, geração de empregos e estímulo à inovação.
No campo econômico externo, parte substancial do protagonismo do vice-presidente esteve ligado às negociações com os Estados Unidos e outros mercados. Após um período de tarifas elevadas impostas pelo governo americano, incluindo alíquotas de até 50% sobre produtos brasileiros, Alckmin conduziu esforços diplomáticos e negociais para reduzir essas barreiras, formando pontes entre governos e setores produtivos. Empresários de grandes companhias americanas chegaram a declarar apoio às negociações com o Brasil, em encontros mediados por Alckmin com representantes de empresas como Amazon, Coca-Cola, GM e Caterpillar, demonstrando a amplitude da articulação internacional em defesa dos interesses comerciais brasileiros.

Esses esforços resultaram em progressos concretos: os Estados Unidos suspenderam tarifas adicionais sobre diversos produtos agrícolas brasileiros, medida considerada um avanço nas relações comerciais e vista pelo vice-presidente como um passo importante para abertura de mercados e competitividade das exportações nacionais.
Paralelamente, Alckmin destacou a importância de reduzir custos e estimular o ambiente de negócios interno, incentivando a Janela Única de Investimentos, uma ferramenta concebida para integrar informações, desburocratizar processos e reduzir o chamado “Custo Brasil” em até R$ 50 bilhões por meio da simplificação regulatória e maior transparência, com inclusão dos estados e monitoramento eficiente de investimentos.

No front ambiental, o vice-presidente desempenhou papel relevante tanto em encontros preparatórios quanto na própria COP30, sediada em Belém, onde representou o Brasil em negociações de alto nível sobre clima. Em declarações públicas durante a conferência, Alckmin ressaltou a urgência de ações concretas contra mudanças climáticas e reforçou compromissos brasileiros relativos à transição energética e à eliminação de desmatamento ilegal, destacando a importância de medidas que conectem sustentabilidade ambiental com inovação e competitividade industrial.
Dentro dessa agenda, ele coordenou o lançamento de consultas públicas e estratégias de descarbonização industrial, como parte da Estratégia Nacional de Descarbonização Industrial (ENDI), com vistas a fortalecer a economia de baixo carbono e tornar a indústria brasileira mais competitiva no cenário global — um passo que alinha sustentabilidade com geração de valor econômico de longo prazo.
A atuação de Alckmin também se estendeu a iniciativas de coesão internacional e diplomacia econômica. Em 2025, participou de missões e encontros multilaterais, incluindo reuniões com investidores estrangeiros e instituições como o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), visando ampliar parcerias que acelerem desenvolvimento sustentável, infraestrutura resiliente e redução dos impactos econômicos de desastres naturais.

No âmbito doméstico, a atuação do vice-presidente junto aos conselhos do governo federal reforçou a coordenação de políticas de longo prazo e a integração entre diferentes setores do Estado brasileiro, destacando a visão de que desenvolvimento econômico, inclusão social e sustentabilidade devem andar de mãos dadas para produzir resultados de impacto coletivo.
Ao longo de 2025, Geraldo Alckmin também abordou temas macroeconômicos determinantes para o crescimento, como a necessidade de foco na redução de juros e estímulo à economia real — medidas que, segundo ele, são essenciais para impulsionar investimento, consumo e emprego no Brasil.
O ano marcou, portanto, uma atuação multifacetada do vice-presidente: da diplomacia comercial à coordenação de políticas industriais, da liderança em negociações climáticas à articulação de estratégias de atração de investimentos, passando pela defesa de reformas e mecanismos que ampliam a competitividade brasileira no cenário global.

Ao encerrar 2025, o balanço dos esforços de Geraldo Alckmin aponta para um Brasil mais integrado ao comércio mundial, mais atento às demandas climáticas e mais firme na retomada de políticas públicas que impactam diretamente a vida da população. Sua atuação neste ano deixa um legado de articulação, estratégia e compromisso com a construção de um país mais resiliente, sustentável e economicamente vibrante.
Redação Especial – São Paulo TV Broadcasting
Diretoria de Jornalismo
