
Editorial São Paulo TV – A Enel causa prejuízos bilionários aos cidadãos de São Paulo, coloca vidas em risco e expõe a cidade ao caos; Ricardo Nunes é a única força que enfrenta essa tragédia anunciada
Da Diretoria de Jornalismo da São Paulo Tv MTB 0087945/SP Foto de um ano atras do G1 Nunes reclamando da ENEL
São Paulo vive dias que escancaram a falência estrutural, operacional e moral da Enel. O ciclone extratropical que atingiu o estado provocou ventos fortes e quedas de árvores — um evento climático fora do padrão —, mas isso não isenta a concessionária de sua responsabilidade contratual, civil e até criminal. Pelo contrário: é justamente nesses momentos extremos que uma concessionária deve provar que tem estrutura, plano de contingência e capacidade real de resposta. O prejuízo acumulado nesta nova crise de energia ultrapassa qualquer limite aceitável: bilhões de reais perdido em alimentos, medicamentos, produção industrial, aparelhos queimados, comércios fechados, hospitais tensionados e milhares de famílias completamente desamparadas. A cidade mais importante do país ficou vulnerável por culpa direta de uma concessionária que, repetidas vezes, abandona suas responsabilidades.

E, como tem acontecido repetidamente, apenas um ator público se levantou com força real contra esse caos: o prefeito Ricardo Nunes. Foi ele quem cobrou, pressionou, acionou o Jurídico da Prefeitura e exigiu explicações formais sobre o motivo de a empresa ter colocado nas ruas uma estrutura mínima, incapaz de atender a maior cidade do hemisfério sul. A Enel só intensificou seu trabalho depois da intervenção direta de Nunes — e esse fato passou a ser reconhecido até internamente pelos técnicos envolvidos na crise.
Mas a dimensão do dano não é apenas econômica — é humana, social e institucional. A interrupção prolongada no fornecimento de energia colocou em risco a segurança de milhões de pessoas, abriu janelas para a criminalidade e gerou um ambiente caótico que só não se transformou em uma tragédia de proporções inéditas porque a Prefeitura interveio com força máxima.
Quando uma concessionária falha dessa forma, não é um simples transtorno: é uma ameaça direta à vida. Ruas inteiras mergulhadas no escuro, sem iluminação pública, sem câmeras, sem comunicação, sem apoio. Uma metrópole do tamanho de São Paulo não pode ficar entregue ao breu — o breu é o habitat perfeito para furtos, arrastões, vandalismo e ações criminosas que se aproveitam da ausência de luz e de vigilância.
E, mesmo assim, a Enel se manteve inerte.
Frotas inteiras paradas nas garagens enquanto mais de 2 milhões de unidades consumidoras estavam sem energia. Uma imagem revoltante, que confirma o que a cidade já percebeu: a Enel é incapaz de cumprir seu contrato, despreza o consumidor e sabota o desenvolvimento de São Paulo ao oferecer um serviço que beira o colapso absoluto.
Se a capital não viveu um caos ainda maior, é porque Ricardo Nunes, nos últimos anos, construiu redundâncias de segurança e tecnologia que impediram o colapso total.
O sistema Smart Sampa — implantado pela atual gestão — manteve milhares de câmeras, sensores, centros de monitoramento e antenas funcionando graças aos geradores próprios instalados preventivamente.
Sem essa estrutura, São Paulo teria ficado completamente cega. Literalmente cega. E isso teria custado vidas.
Nas últimas 48 horas, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana, a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar do Estado de São Paulo montaram uma operação extraordinária para evitar que a falha da Enel se transformasse em uma onda criminosa. Foram reforçadas rondas, realocadas viaturas para zonas críticas, ampliado o monitoramento de áreas vulneráveis e intensificada a atuação integrada com inteligência e resposta rápida. A segurança pública fez sua parte — e fez porque a Prefeitura estava presente e preparada.
Enquanto isso, a Enel entregava ao Brasil a cena mais vergonhosa desta crise: equipes paradas, caminhonetes estacionadas, tempo desperdiçado e milhões de pessoas abandonadas. Um retrato de negligência, incompetência e desrespeito que nenhuma cidade do mundo toleraria — e que São Paulo não tolera mais.
Ricardo Nunes, por sua vez, reagiu e acionou a Procuradoria Geral do Município, notificou a Aneel, exigiu explicações em 48 horas, cobrou responsabilidade civil, administrativa e criminal, e reafirmou que não aceitará que a maior cidade da América Latina continue sendo humilhada por uma empresa que arrecada bilhões e não entrega o mínimo.
O Prefeito de São Paulo tem enfrentado uma guerra jurídica e política que poucos teriam coragem de assumir. Entrou com ações contra a Enel, pressionou o Tribunal de Contas da União, cobrou punições, denunciou a omissão reiterada da concessionária, solicitou o cancelamento do contrato e levou pessoalmente a Brasília propostas para garantir autonomia real aos municípios contra concessionárias negligentes.
Enquanto muitos se omitem, tentam politizar o sofrimento da população ou preferem o silêncio conveniente, Ricardo Nunes trava sozinho a batalha mais dura da cidade contra a incompetência organizada e o lucro sem responsabilidade.
São Paulo perdeu alimentos.
Perdeu produção.
Perdeu medicamentos.
Perdeu segurança.
Perdeu paz.
Perdeu tempo de vida.
Mas não perdeu liderança de Nunes
E a pergunta que ecoa em toda a cidade — dos bairros mais afetados ao coração do centro, das redes sociais aos corredores do poder — permanece sem resposta:
Até quando São Paulo será obrigada a suportar uma concessionária que falha repetidamente, põe vidas em risco e entrega tão pouco?
A São Paulo TV reafirma sua posição editorial:
a Enel ultrapassou todos os limites.
A capital exige respeito.
E o prefeito Ricardo Nunes está certo — política, moral, administrativa e juridicamente — ao conduzir a batalha mais firme que a cidade já travou contra uma concessionária de energia.
